É verdade que é uma grande fiteira. E joga comigo. E sabe que me tem na mão. Que morro por ela. Que morria sem ela. Sabe isso tudo. Mas, não há nada que ela goste mais do que brincar. E perde-se num mundo só dela. Deixa de ouvir. Esquece-se de comer. Brinca como se não houvesse amanhã. E vê-la brincar é das melhores coisas do mundo. Ontem não brincou. Chegou da universidade aos tremeliques. Cheia de frio, com os lábios roxos. Meti-me na cama com ela ainda não eram 6 da tarde. As cólicas viraram uma diarréia da pior espécie, que hoje ainda se mantém. A febre já cedeu. Oh pá, a canalha está sempre a avariar e eu cada vez lido pior com isso. Eu sei, devia ser o contrario, mas entro em pânico, e o que para a maioria das mães é uma diarréia, resultante de um vírus ou um qualquer desarranjo intestinal, para mim é um sem numero de doenças: apendicite, dengue, infecção alimentar...
Estou tão cansada. E desanimada por ser assim.
As crianças ficam doentes, é normal...
ResponderEliminarComem muitos doces, metem tudo à boca, e convivem uns com os outros de forma livre. Cada um tem o seu vírus que trata de visitar todos os amiguitos que não passam o seu belo dia a lavar as mãos e a cara.
Amiga, são as tuas filhas o medo é maior mas racionalizar nunca é demais.
Ter uma mãe em constante sobressalto é crescer indefesa e pouco segura...