2.5.11

Com os bebés mil olhos não chegam



O dia tinha tudo para começar mal (7 da manhã; duas crianças - uma em cada cama; a acordarem em simultâneo e a gritarem por mim...), mas até que - para minha surpresa - começou bem. E estava a correr bem. Pelo menos após convencer a Carolina a ir para o colégio (hoje teve um daqueles rompantes em que me disse que não ia lá aprender nada). Mas, enfim, muitos brinquedos espalhados pelo chão do quarto; porta fechada (porque isto de bebé virar gato tem a sua piada, mas não é lá muito seguro numa casa com três pisos) até que a primogénita se lembrou, "porque não colocar uma máscara e fazer uma representação teatral para o benjamim?". Benjamim, esse que continuava sentada no chão, onde o risco de doi-doi é mínimo. Mas, Kiki pensou que não estaria bem instalada
ali no chão e decidiu colocá-la na zona vip para assistir à peça mais acomodada em cima da cama da mãe (a tal cama nova, digna de revistas de decoração e alta como tudo)... Imaginam o que aconteceu? Mergulho, claro está. Entre uma alisadela de cabelo, oiço "cachapum" e a seguir um choro abafado.
E assim se foi a boa disposição matinal do meu benjamim e a minha também que já liguei para a saúde 24 e para os tios umas 125578452121212 vezes...

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