Encontreia-a a baloiçar, com um olho aberto e outro fechado, mas ambos inchados. Parecia rendida. Àquela hora já tinha atirado a toalha ao chão. Depois de muito choro – seco de lágrimas, segundo a Tuca – percebeu que eu não a ouvia.
Quando a chamei pulou do baloiço e correu de braços abertos para mim. Já no colo atirou beijos e repetiu o famoso “temanhá”. Chamou a mana, a vovó, até a vizinha.
Quando lhe perguntei pelos bebés respondeu-me com a expressão que faz quando finge que chora. Imagino a animação.
Esta manhã piorou. O cavalo não me valeu de nada. Nem o baloiço. Agarrou-me e não queria largar por nada.
Isto não se faz!

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