Entrevistei um mágico. Um jovem mágico que trazia consigo dois baralhos de cartas e uma ficha de poker, mas que se tinha esquecido da caneta de felpo. Fez-me dois ou três truques de cartas, um dos quais em que vomitou a carta onde eu tinha escrito o meu nome.
Estávamos numa esplanada e aos poucos juntaram-se curiosos. Queriam ver magia. O mágico queria faze-la e se não o interrompesse brindava-me com um espectáculo que perduraria.
O mais impressionante foi um truque de mentalismo. Não sei como fez, mas posso assegurar que adivinhou a carta que eu tinha escolhido. Pediu-me que o olhasse nos olhos. Senti-me nua!!!
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