28.11.11

Ódios de estimação

Até nem é muito comum alimentar ódios de estimação porque tenho por hábito resolver os problemas na hora. Não alimento rancores porque cuspo todas as palavras- às vezes bem feias- que se atropelam na cabeça ou no coração, enfim, onde for. Mas depois há aquelas situações como o trambolho da Fanny em que não há solução. Se eu pudesse batia-lhe, a sério. Esbofeteava-a. Não é por ela ser trambolho e usar biquini fio dental; não é por ser ignorante e a rainha dos neologismos; não é por aquele ar de novo riquismo nem pelo pai se gabar nas revistas que a "pobre" gasta 3 mil euros em roupa; não é por ser mal educada e mal formada. Neste caso é mesmo por fazer de uma nação que está desgraçada como a nossa de burra. A gaja toma-nos por burros. Não aguento ver aquele trambolho em cima de km rapaz tão jeitoso- e tão cobarde. Ela persegue-o. Agarra-o. Bate-lhe. Ninguém faz nada? O próprio não reage porquê? Limita-se a esquivar- se o melhor que pode, ou sabe, de cabeça tombada "oh Fanny olha que me sobe o sangue à cabeça"...
Não consigo ver mais! Tirem esta Gana lá de dentro. E já nem falo no Dioguinho.
É isso e gente que se acha intocável e acima da lei. Lá por no passado as pessoas (muitas) não estarem para se chatear não quer dizer que as vontades não mudem. Olhe, eu até estou desempregada e tenho todo o tempo do mundo para tribunais e audiências. E roupa? Ui!!! Vai ser tão giro vestir- me para estar com o juiz. E o melhor de tudo? Poder enxuvalhar quem merece ser enxovalhado. Já vi gente ser presa por menos.

1 comentário:

  1. Ena, vai para ai uma inquietação... Os ventos mudam e tudo se resolve!!


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