30.4.12

Das manhãs



Meia de leite, escura. Sem açúcar. Pão integral, com muita manteiga. E muita leitura, em cima da mesa.
Mails, para ler. Outros para enviar. 
Já nem arrisco em saber o tempo. Vejo a chuva, pelo vidro do café.
Um telefonema matinal trouxe-me uma boa notícia. Para mim. Mas, principalmente para o Ruben (lembram-se dele? O menino da minha reportagem...).
Entre os contactos surge a Zirinha. De passo arrastado. Veio contar-me da inflamação no osso. Da visita às urgências no dia da liberdade. E da caixa do antiinflamatório que ainda vai a meio. 
Deixou a piscina por causa do odor do cloro, ainda que a sinusite lhe tenha levado o cheiro.

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