A Constança gosta do Santiago e vice versa. Vai daí, chutou o Ruca para canto e substituiu o careca pelo loiro e farfalhudo Santiago.
Pois que agora já não há cá Ruca vai ao circo ou Ruca aprende a apertar os cordões...
É mais Santiago não quer a sopa ou Santiago vai à praia...
Ontem à noite, antes de dormir, pediu-me que lhe contasse Santiago vai à praia. Quando termino, tenho de a avisar porque a miúda fica sempre na expectativa que aconteça mais alguma coisa e até no seu mundo de criança com 3 aninhos acabados de completar já entendeu que história que é história tem que ter vilão.
- Vitória, vitória, acabou a nossa história.
- Já??? Então e não apareceu nenhum tubarão?
- Não... O Santiago foi para o hotel tomar banhinho e dançar o gangnam style.
(pausa)
- Conta outra vez.
- Não Constança... Outra vez a mesma história????
- Não! Daaah! Conta o Santiago vai à praia II.
30.4.13
29.4.13
Maleita nova na área
O meu estômago está são.
Mas, mal refeita de uma, ontem volto ao médico com uma infecção cutânea.
Eu que nunca fui adolescente de achaques de acne, que sempre tive uma pele assim para o saudável, tentei despachar a mal uma borbulha que me infeccionou o nariz.
Estou a fazer antibiótico para uma borbulha!!!
Isto é constrangedor.
Mas, mal refeita de uma, ontem volto ao médico com uma infecção cutânea.
Eu que nunca fui adolescente de achaques de acne, que sempre tive uma pele assim para o saudável, tentei despachar a mal uma borbulha que me infeccionou o nariz.
Estou a fazer antibiótico para uma borbulha!!!
Isto é constrangedor.
Homens e mulheres
Não vamos de férias.
Não homem? Tu é que sabes. Não vamos não senhor.
A criança vai chamar-se Anastácia.
Anastácia??? Mas eu...
ANASTÁCIA!
Sim, homem, era mesmo nesse nome que eu estava a pensar.
Encolho-me, envergonhada, perante mulheres assim.
Sem voz. Resignadas.
28.4.13
Parabéns M
"Porque os outros se mascaram mas tu não
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros usam a virtude
Para comprar o que não tem perdão.
Porque os outros têm medo mas tu não.
Porque os outros são os túmulos caiados
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Onde germina calada a podridão.
Porque os outros se calam mas tu não.
Porque os outros se compram e se vendem
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
E os seus gestos dão sempre dividendo.
Porque os outros são hábeis mas tu não.
Porque os outros vão à sombra dos abrigos
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não".
E tu vais de mãos dadas com os perigos.
Porque os outros calculam mas tu não".
Só porque eu, às vezes, sou como a Constança e não entendo a individualidade das pessoas de quem gosto e preciso. Mas atente-se que isso acontece muito raramente.
27.4.13
Boletim clínico
Estava com sensibilidade dentaria vai daí toca a abusar do antiinflamatório que em saco vazio fez um estrago maior que a bomba atómica em Hiroshima.
Há três dias que o meu estômago decidiu lembrar-me que existe. Tipo, "tu quase não me dás de comer e depois ainda lanças mísseis".
Estou há três dias com dores. Dores incapacitantes (pelo menos têm me incapacitado de dormir convenientemente) e hoje fui ao médico.
O problema no estômago mantém-se. A sensibilidade dentária também. E está de regresso a borbulha de estimação, desta vez na narina direita.
Aproxima-se uma massa de frio polar, entre outras coisas que me aborrecem.
Por isso, está tudo bem, obrigadinha.
Há três dias que o meu estômago decidiu lembrar-me que existe. Tipo, "tu quase não me dás de comer e depois ainda lanças mísseis".
Estou há três dias com dores. Dores incapacitantes (pelo menos têm me incapacitado de dormir convenientemente) e hoje fui ao médico.
O problema no estômago mantém-se. A sensibilidade dentária também. E está de regresso a borbulha de estimação, desta vez na narina direita.
Aproxima-se uma massa de frio polar, entre outras coisas que me aborrecem.
Por isso, está tudo bem, obrigadinha.
26.4.13
Estou doente
Um canto amplo, clean mas escuro, a minha almofada, um LCD de tamanho considerável, o meu iPhone e nada!
Preciso de nada mais do que tudo o resto neste momento.
Preciso de nada mais do que tudo o resto neste momento.
24.4.13
Americanos malucos pá
Esta é a imagem de uma campanha nos Estados Unidos contra o porte de armas que pergunta claramente qual das crianças segura o "objecto" que foi proibido na América para as proteger.
A menina tem nas mãos uma arma mortífera (indiscutivelmente mortífera) e o rapaz um ovo kinder.
Adivinhem lá qual é o objecto proibido...
23.4.13
Cenas estranhas dos filhos mais novos
As minhas filhas não dormem com bonecos. Nunca dormiram. Nunca criaram nenhuma adição por fraldas de pano ou peluches velhos e mal cheirosos.
À Carolina basta-lhe um rosto para esfregar.
À Constança uma franja para puxar.
Mas, de vez em quando, principalmente a mais nova tem uns acessos de loucura temporários e decide dormir com os objectos impensáveis. Senão vejamos, livros digitais que largam a cantarolar a meio da noite. Trotinete, grande demais, já para não falar no aço e guiador e é capaz de não ser muito agradável abraçar uma trotinete depois de um sonho vá, mais intenso.
Esta noite, depois de ver a Cinderela intercalada com o Alvin até à segunda parte do Big Brother, decidiu dormir, mas fez-se acompanhar dos DVD's que colocou ao seu lado na cama.
De manhã, apareceu no meu quarto com o Alvin nas mãos.
- Mãe, a Xinderela fugiu de noite.
E eu fingia que dormia...
- Mãe, o gato comeu-te a boca? Não falas????
À Carolina basta-lhe um rosto para esfregar.
À Constança uma franja para puxar.
Mas, de vez em quando, principalmente a mais nova tem uns acessos de loucura temporários e decide dormir com os objectos impensáveis. Senão vejamos, livros digitais que largam a cantarolar a meio da noite. Trotinete, grande demais, já para não falar no aço e guiador e é capaz de não ser muito agradável abraçar uma trotinete depois de um sonho vá, mais intenso.
Esta noite, depois de ver a Cinderela intercalada com o Alvin até à segunda parte do Big Brother, decidiu dormir, mas fez-se acompanhar dos DVD's que colocou ao seu lado na cama.
De manhã, apareceu no meu quarto com o Alvin nas mãos.
- Mãe, a Xinderela fugiu de noite.
E eu fingia que dormia...
- Mãe, o gato comeu-te a boca? Não falas????
22.4.13
Amealhar
Como é que vou dizer isto?
Eu sei que a prioridade são as férias.
Desculpo-me desde já porque nunca cumpro os objectivos de poupança.
Mas, considera o facto de já não cometer uma loucura com um relógio desde 2006!!!! Mesmo que na ocasião tenham sido logo duas loucuras.
Gosto do rosa choque. Da bracelete. Gosto do apontamento dourado.
Dá para considerares uma colaboração na ordem dos 50%?
Off
Frustra-me esta existência terrena. De pé ante pé. De chão firme. E orientação facilitada.
Mesmo que hoje seja um bom dia. Às vezes não basta. É preciso ser ainda melhor. E tanto melhor será se não olhares os sinais. Se desligares o GPS. E acelerares como se fosses imortal.
C&C no Domingo
19.4.13
1,2,3 respira
Uma companhia de seguros está a dar comigo em doida. Qual é a surpresa? Nenhuma. Até porque nem é a primeira vez que isto acontece. Já aconteceu antes e em proporções maiores após a morte do meu pai.
A seguradora em causa diz que foi premiada. Que é a melhor seguradora nacional no ramo não vida. Perante esta distinção eu nem quero imaginar como trabalham as outras seguradoras, as que não foram premiadas.
Medo!
A seguradora em causa diz que foi premiada. Que é a melhor seguradora nacional no ramo não vida. Perante esta distinção eu nem quero imaginar como trabalham as outras seguradoras, as que não foram premiadas.
Medo!
No oftalmologista
As primas usam óculos.
A vizinha também. Vai daí, apareceu queixosa. Ai que não vejo bem. Tenho dificuldades em ver para o quadro.
Não lhe liguei.
Foi-se queixar para a vizinha que ficou a pensar que sou uma mãe desnaturada que se está nas tintas para as limitações da miúda e apareceu com novos argumentos. Sabes que quanto mais deixares andar, pior é??? Posso até ficar cega! E nem sei qual é o teu problema porque os testes são grátis!
Vai daí peguei na rapariga e levei-a a fazer o teste.
Conclusão: tem olhos de lince.
17.4.13
Let's do it
Passou-me pela cabeça há uns meses. Mas, passou-me pouco tempo depois.
Revi o formato.
Pensei, "porque não?!".
Sentamos e conversamos.
Concordamos.
Pegamos no fio condutor e fomos por lá fora, acrescentando praticidade ao esboço que mentalmente desenhei.
Novidades para breve.
Revi o formato.
Pensei, "porque não?!".
Sentamos e conversamos.
Concordamos.
Pegamos no fio condutor e fomos por lá fora, acrescentando praticidade ao esboço que mentalmente desenhei.
Novidades para breve.
Olha uma...coisa
Como partículas de tudo e nada.
Como partículas que implodem no ar...
Espera!
Partículas não! É demasiado científico e eu sou de emoções...
Como bolas de sabão...bolas de sabão é giro....
Assim estamos... entre um nada que às vezes parece ser tudo...
A culpa é da vontade.
Há gente do caraças
O cancro entrou na minha vida quando ainda nem se dizia assim. Chamavam-lhe "mal" que fazia o cabelo das pessoas cair.
Entrou na minha vida por portas travessas e acabou por me trazer a morte.
Naturalmente que depois disso nutro por esta doença respeito e uma vontade de ajustarmos contas.
Já entrevistei doentes que morreram meses depois. Já entrevistei sobreviventes. Já entrevistei enlutados.
Esta manhã, ao pequeno almoço, na mesa bem ao lado da minha, estava uma miúda, vestida de preto e de lenço preto na cabeça. Era visivelmente uma doente com cancro. E ainda que não fosse possível ver, não pude evitar ouvir a conversa que teve com a amiga.
Contou-lhe do dia em que soube. Do amigo com leucemia à espera de um transplante que foi dos primeiros a visitá-la. Dos tratamentos. Das despesas. Das juntas médicas para justificar a baixa e da falta das mesmas para lhe atestar a incapacidade.
Contou-lhe do tempo de vida que terá. E contou-lhe da esperança que mantém.
Mas, o que mais gostei de ouvir foi quando falou da "solidariedade dos cancerosos". "Quando vou na rua e encontro outra pessoa de lenço na cabeça, imediatamente sorrimos um para o outro. Não te sei explicar porquê...é como se estivéssemos a partilhar a doença e a dizer, eu sei o que estás a passar, essa luta também é minha".
Entrou na minha vida por portas travessas e acabou por me trazer a morte.
Naturalmente que depois disso nutro por esta doença respeito e uma vontade de ajustarmos contas.
Já entrevistei doentes que morreram meses depois. Já entrevistei sobreviventes. Já entrevistei enlutados.
Esta manhã, ao pequeno almoço, na mesa bem ao lado da minha, estava uma miúda, vestida de preto e de lenço preto na cabeça. Era visivelmente uma doente com cancro. E ainda que não fosse possível ver, não pude evitar ouvir a conversa que teve com a amiga.
Contou-lhe do dia em que soube. Do amigo com leucemia à espera de um transplante que foi dos primeiros a visitá-la. Dos tratamentos. Das despesas. Das juntas médicas para justificar a baixa e da falta das mesmas para lhe atestar a incapacidade.
Contou-lhe do tempo de vida que terá. E contou-lhe da esperança que mantém.
Mas, o que mais gostei de ouvir foi quando falou da "solidariedade dos cancerosos". "Quando vou na rua e encontro outra pessoa de lenço na cabeça, imediatamente sorrimos um para o outro. Não te sei explicar porquê...é como se estivéssemos a partilhar a doença e a dizer, eu sei o que estás a passar, essa luta também é minha".
15.4.13
Nas minhas mãos I
A cigana de preto, na roupa e na pele, indicou-me um lugar para o carro e abeirou-se de mim. Impedindo-me a passagem entre a minha e a viatura do lado.
A minha mãe resmungava, "não temos tempo. Vamos ao médico...". De imediato, ela silenciou-a "tu sofres das costas e não podes com as pernas".
Eu sorri.
Ela agarrou-me. Primeiro, numa mão. Resisti. Disse que eu era vaidosa; que o meu carro tinha mal (antes ele que eu)... E segurou-me na mão. Veio o mal de inveja, torrões dentro de casa, novamente o mal do carro e a linha do meu casamento.
Segurou-me na outra mão. Continuou. A linha do meu casamento está partida.
E eu sorria. E fotografava.
Tirou do bolso um crucifixo e perguntou-me se acreditava em Deus.
Sorri novamente.
Olhou-me, de olho azul e arregalado e num tom firme mandou "responde!"
Tem dias - assim respondi.
Passou-me o crucifixo por uma e a outra mão. E rezou. Pediu que lhe repetisse as palavras. Assim fiz, descrente. E sorria, perante a pressa da minha mãe.
No final, sugeriu (foi, pelo menos o que entendi) que pagasse uma missa e assim ficaria livre. Da minha vaidade, do mal do meu carro e a linha do meu casamento seria concertada.
Achei que depois do serviço a cigana merecia uma recompensa. Peguei num euro.
Ofendeu-se "uma missa custa 5 euros!".
Aceitou o euro a custo. Deitou-me uns olhos maldosos. E rematou, "tu não és feliz".
Eu caminhei. E sorri.
Mas, não é que a minha mãe não pode das costas e das pernas?!
Nas minhas mãos
Estou no médico. Na sala de espera do médico.
No estacionamento, em vez do habitual gestor de espaços públicos (vulgo arrumador) uma cigana de unhas compridas, crucifixo na mão e olhos azuis. Agarrou-me. Primeiro numa mão. Depois na outra.
É tudo por agora.
(Depois conto o resto).
No estacionamento, em vez do habitual gestor de espaços públicos (vulgo arrumador) uma cigana de unhas compridas, crucifixo na mão e olhos azuis. Agarrou-me. Primeiro numa mão. Depois na outra.
É tudo por agora.
(Depois conto o resto).
14.4.13
12.4.13
Só para quem gosta de reportagens que encolhem a alma
A SIC emite hoje (posso assegurar-vos que o Balsemão não me está a pagar) no Jornal da Noite a reportagem especial "Cuidar da Vida até à Morte". Trata, como se imagina de cuidados paliativos e aqui nada de novo, mas este trabalho foca-se nestes cuidados em crianças. Porque as crianças também têm tantas vezes (vezes demais) sentenças de morte, prazos de vida.
Porque as crianças também morrem.
Porque as crianças também morrem.
A miúda pensa que manda cá em casa
No portão da escola, a mãe da Bruna aproxima-se de mim. Dou-lhe um sorriso. E eis que o previsível volta a acontecer.
- Está tudo combinado para amanhã?
E eu a olhar para a senhora com aquele sorriso tonto.
- Para amanhã? - indago.
- Você vem buscá-la e depois traz-ma...
Entretanto, abeiram-se de nós, a Carolina e a Bruna. Lanço-lhe "aquele" olhar que pelos vistos tenho de aprimorar para ter o ar ameaçador que pretendo.
- Já combinaram mãe? - ainda pergunta e lança-me ela "aquele" olhar.
- Talvez amanhã de tarde tenhamos que sair Carolina. Já te tinha dito... Mas, se ficarmos em casa, tudo bem, a Bruna pode vir.
Passou a semana a perguntar-me se a Margarida podia vir para cá. Fui-lhe respondendo que era melhor não. Que vinha sol e talvez saíssemos.
Ontem, disse-me que afinal a Margarida não vinha porque não podia.
Melhor assim, pensei.
Mas, a fila andou. Deixa cá ver, na falta da Margarida segue os olhos pelas carteiras...tu foste a semana passada... tu nas férias da Páscoa... tu não queres brincar às farmácias... pronto, vais tu. Escolhido.
E tu do que é que gostas?
Já lá vão 13 anos desde a primeira vez que o meu nome apareceu assinado numa publicação. Foi uma peça desportiva de um jogo qualquer de um campeonato distrital.
Nunca quis escrever sobre futebol, ou voleibol, ou andebol. Mas escrevi. Porque pior do que escrever sobre o que não se gosta, é não escrever, de todo.
Sempre quis ser jornalista - ou escritora, vá - e o melhor é que naquele tempo nem processei essa informação. Não cheguei a dizer tãopouco um "quem me dera...". O convite surgiu.
Fui dos jogos distritais para as breves que chegavam em notas de imprensa.
Entregaram-me a última página.
Fiz milhares de entrevistas. Estive em outras tantas conferências de imprensa, reuniões e assembleias municipais, lançamentos, apresentações...
Programei. Editei. Tantas noites escrevi de madrugada nas notas do iphone com medo que a entrada ou o título já lá não estivesse de manhã.
Quantos textos li num silêncio audível - de mim para mim - orgulhosa da minha obra.
E agora que o jornalismo tem ocupado cada vez menos espaço na minha vida tenho medo que a esses números não se somem outros. Mais entrevistas. Mais reportagens. Mais páginas.
Vamos puxar a toalha.
Rex, o cão polícia
![]() |
| no meu tempo a dupla era esta |
A SIC vai voltar a emitir o Rex.
Será seguramente outro cão e outro dono.
Esta série lembra-me os tempos de liceu, há uns bons anos. O Rex passava na SIC depois do primeiro jornal, ao início da tarde, numa altura em que em casa só estava eu e a minha avó. Víamos juntas, entre um croché e um cochilo.
E naquele tempo, o Rex não era dobrado, como será o novo Rex que vai dar ao final de semana de manhã, integrando a programação infantil (com as minhas filhas deve ter êxito, são meninas que gostam de bichos).
27 graus??? Really???
Desconfiava que depois desta Primavera dissimulada com chuva, temperaturas baixas e até desabamentos de terra, o Verão ia chegar de rompante, sem aquele solzinho intermédio.
No fundo, seria o meu subconsciente a ressacar calor. Mas, parece que se confirma.
Cá para cima, o tempo muda a partir de amanhã. O termómetro começa a subir e no final da semana, diz o Instituto do Mar e da Atmosfera, que vamos chegar aos 27 graus.
É a loucura!
Mau feitio, pá!
Quando a Constança nasceu acharam-lhe semelhanças com a Carolina, mas à medida que passavam os meses as diferenças foram surgindo.
Percebeu-se que a nova bebé seria morena - coisa que nunca pensei que pudesse acontecer porque sou ruiva. Sempre que imaginava os meus filhos via cenourinhas - grande e com cabelos ondulados.
Rapidamente, os especialistas das parecenças não hesitaram em considerá-la a cara do pai. Unanimemente. A Constança é "toda pai".
Mas o sumo, é meu. E nem é preciso espremer muito.
Vou lhe descobrindo preferências, como iogurtes com sabor a coco e a determinação daquele querer de ontem.
A olhar para esta foto ninguém diria, mas a miúda tem um mau feitio, especialmente a acordar.
11.4.13
Alerta laranja em Braga
Choveu toda a noite! Foi perfeitamente audível. Certinha.
Dentro de casa, o ar condicionado ligado, sugeria um cenário invernoso, aceitável em Janeiro.
De manhã, a via que dá acesso ao colégio já estava inundada; as tampas de saneamento já tinham saltado e por pouco não fiquei presa na tromba de água.
Eu que há uma semana me recusei a voltar a calçar opaco, sujeitei-me ao preto porque sou mulher de saias. A chuva venceu-me.
Até a Constança que continua a sua jornada saudável começou a tossir na segunda feira. Constipou. A ver se o bicho não lhe pega agora que é Abril.
Mas, a pegar, a culpa é minha que visto as meninas como se estivéssemos na Primavera (mas, não estamos?!). Pernas à mostra, blusas de seda...
E eu que ainda não comprei uma única peça da nova colecção?!
É oficial, S. Pedro devia pedir a demissão.
10.4.13
Gosto quando me pousa na varanda
Andou dias, provavelmente, a pousar por outras bandas.
São aves migratórias e por aqui não havia sol. Mas, influenciado pelas previsões meteorológicas para os próximos dias, voltou.
9.4.13
Distância é distância
Antes um em cada ponta do que cada um com um pé na direcção do centro.
Não estar, só poder ser estar ausente. E se não estás é assim que prefiro que estejas. Ou não estejas.
nota mental: é recomendável voltares à medicação.
Nós por cá
Convenci-a a ficarmos no hotel de sempre. Com a ponte sobre a janela. Mas não tive sucesso argumentativo para 60 minutos em Alcochete.
De dia no Chiado. À noite, no Bairro Alto.
Amanhã, seguimos para norte.
Melhor acompanhada do que com um Gormiti
Percebem a vantagem de ser ter meninas? Não corro o risco de olhar para o banco do lado e ver um power ranger, um dinossauro, o homem aranha ou um... Gormiti (ainda que os senhores sejam amigos da Natureza).
Hoje, dei com a Carlota. Toda vestidinha e de ténis calçados.
8.4.13
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