Até tenho uma mantinha vermelha sobre os pés. E o melhor é que estou a adorar.
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7.9.14
6.9.14
É Sábado!
E o Correio da Manhã voltou a enganar-me. Fez notícia com calor e temparaturas altas, distritos em alerta amarelo. Por cá, chove. Não estivesse eu de perna ao léu e num vislumbre rápido pela janela juraria que é Outono.
Não há condições para ir à praia. Sacana da chuva. Mas se há coisa a que ela até incita é comer. E um pic-nic faz-se bem entre quatro paredes. Não há formigas e a máquina de lavar loiça dá um jeito do caraças.
Bom Sábado.
15.7.14
8 anos. E mais 10.
Conheço-te desde sempre. E não gosto. Porque na mesma proporção me conheces também. E me vês nua, mesmo de inverno coberta de roupa e embrulhada em mantas.
Por isso (talvez) sejamos loucos. Por passarmos mais vida juntos do que separados.
1.7.14
A minha afilhada faz anos
Há 18 anos, numa segunda feira... ao cair da noite de uma segunda feira, a primeira de Julho.
Tinha bem mais energia do que nesta terça feira, 18 anos depois. Impus-me tua madrinha sem que te impusesse o nome que acabaste por ter. Andreia.
Tinha energia a mais. Inesgotável. Capaz de romper a barreira de segurança do hospital e subir ao quarto já noite cerrada. Vi-te eu, depois da tua mãe e do teu pai. Já tinha medo de elevadores e subi em corrida todos os lanços de escada até ao 5º andar. Valeu a pena há 18 anos. Vale a pena hoje. Porque estou aqui (mesmo sem estar), como estive horas depois de nasceres... Estou aqui... Mas estou mesmo, até quando a adolescência prega partidas e a distância geográfica se faça fronteira intransponível... estou aqui. Gosto tanto de o dizer como espero que gostes de o saber. Como quero que tenhas essa certeza sem ter que te dizer.
Aqui, em Portugal, não está um dia bonito. Eu estou cansada. Desgastada. Tenho os olhos vermelhos de tantas horas a escrever porque daqui a dois dias estarei aí e o trabalho fica feito. Estou descalça e despenteada. Tenho fome. Mas estou aqui. E orgulho-me muito do que te tornas-te a partir daquele primeiro colo que te dei.
27.6.14
26.6.14
23.6.14
Este blogue é pela educação alimentar
Legendas
É bom comer carne, peixe sem medo
Se queres ser forte é esse o segredo
Massa com puré para dar energia
Eu não sou palerma e sei muito bem
Se quero crescer tenho de comer
Mas não é igual comer bem ou mal...
3.6.14
O meu sobrinho apaixonou-se por mim. E agora?
Ainda bem que tive meninas. Por mil e uma razões que não se resumem à vaidade de as exibir, ainda que essa possibilidade seja maior. Uma menina quer sempre mais um anél e uma bolsinha na mão. Uma menina nunca tem os lápis de cor de que precisa nem descobriu ainda o verniz rosa dos seus sonhos.
Admiro a complexidade da Mulher. Capacidade. Versatilidade. Força. Fazemos gente, afinal.
Ao homem basta-lhe o despertador do telemóvel e uma televisão com Sport TV. Boxers e uma toalha lavada, água fresca no rosto.
Mas acho graça ao par masculino da família. Quando não me saltam nos sofás. Nem ne assaltam as broas de mel. Na verdade, gosto dos quatro (com as minhas) de ipad na mão a tratar, cada um, da sua quinta. Brincadeirinha. Gosto deles na praia, sujos de areia com creme das bolas no canto da boca. Gosto deles como quem gosta do Sábado de Inverno e da sesta no sofá. E como quem gosta do Sábado de Verão, alaranjado no horizonte. Gosto tanto que se gostem. E gostaria que fosse sempre assim.
Este puto, que me agarra enquanto conduzo é meu sobrinho, filho de um irmão de criação, mas importa aqui ressalvar a paixão que tem pelas três gerações cá de casa. Apaixonou-se primeiro pela Carolina. Andou, vai que não vai, com a Constança, mas finalmente entendeu a sua tendência para as mulheres mais velhas.
2.6.14
Yeap, a Constança ainda usa chupeta
Pertinentemente, uma anónima notou que a Constança ainda usa chupeta. E antes de lhe falar sobre isso, deixe-me dizer-lhe que se costuma vir ao estaminé saberá que não tenho por hábito crucificar ninguém. Pelo contrário, gosto de discutir temas - pertinentes como a chupeta - e naturalmente que o seu comentário seria aceite.
Bom, a Constança é uma grande viciada. Não concordo que esteja já na idade de considerar o hábito feio, mas reconheço que tomara eu que há muito tivesse largado a chupeta. Ainda assim, não perdi nenhuma hora de sono por causa disso.
A Constança começou a frequentar o colégio com menos de 1 ano. Entrou em Setembro e no Natal já não usava chupeta. Nem para dormir. Ou seja, a Constança passa cerca de 7 horas sem chupeta, mas a primeira coisa que faz quando chega ao carro é pôr a chupeta na boca. Em casa, depende do que estiver a fazer. Acontece passar horas sem se lembrar da dita cuja ou entrar em pânico quando se apercebe que não a tem na boca.
Devo dizer-lhe que a minha filha mais velha também era viciada e largou a chupeta mais ou menos por esta idade (quatro anos). A boa notícia é que sobrevivieu e também não precisou de psicólogo.
A gota de água foi uma birra em pleno pequeno almoço porque esta mãe desnaturada se esqueceu da chupeta. Naquele momento pensei é agora ou nunca e lembrei-me de um conselho dado por uma mãe mais velha. Se com ela tinha resultado, propus-me tentar.
Comprei na farmácia mais próxima aquele verniz horrível que se coloca nas unhas para não as roer e pincelei as centenas de chupetas espelhadas pela casa. Aquela porcaria sabe tão mal que a primeira vez que a Carolina meteu a chupeta na boca foi a correr deitar fora todas as outras.
Passou a noite a choramingar sem a chupeta, mas resultou.
Confesso que estou naquela fase do vai não vai e só ainda não fiz o mesmo com a Constança porque a miúda tem muito mau feitio e vai-me enfernizar a vida sem chupeta, a modos que trata-se apenas de comodismo. Não me sinto, já, com a paciência suficiente para dar esse passo. Mas, uma coisa é certa não passa deste Verão.
Deixe-me apenas concluir dizendo-lhe que clinicamente falando não é recomendável exercermos pressão para que larguem a chupeta ou a fralda. Forçar, ameaçar, envergonhar, é pior do que o hábito em si.
Bom, a Constança é uma grande viciada. Não concordo que esteja já na idade de considerar o hábito feio, mas reconheço que tomara eu que há muito tivesse largado a chupeta. Ainda assim, não perdi nenhuma hora de sono por causa disso.
A Constança começou a frequentar o colégio com menos de 1 ano. Entrou em Setembro e no Natal já não usava chupeta. Nem para dormir. Ou seja, a Constança passa cerca de 7 horas sem chupeta, mas a primeira coisa que faz quando chega ao carro é pôr a chupeta na boca. Em casa, depende do que estiver a fazer. Acontece passar horas sem se lembrar da dita cuja ou entrar em pânico quando se apercebe que não a tem na boca.
Devo dizer-lhe que a minha filha mais velha também era viciada e largou a chupeta mais ou menos por esta idade (quatro anos). A boa notícia é que sobrevivieu e também não precisou de psicólogo.
A gota de água foi uma birra em pleno pequeno almoço porque esta mãe desnaturada se esqueceu da chupeta. Naquele momento pensei é agora ou nunca e lembrei-me de um conselho dado por uma mãe mais velha. Se com ela tinha resultado, propus-me tentar.
Comprei na farmácia mais próxima aquele verniz horrível que se coloca nas unhas para não as roer e pincelei as centenas de chupetas espelhadas pela casa. Aquela porcaria sabe tão mal que a primeira vez que a Carolina meteu a chupeta na boca foi a correr deitar fora todas as outras.
Passou a noite a choramingar sem a chupeta, mas resultou.
Confesso que estou naquela fase do vai não vai e só ainda não fiz o mesmo com a Constança porque a miúda tem muito mau feitio e vai-me enfernizar a vida sem chupeta, a modos que trata-se apenas de comodismo. Não me sinto, já, com a paciência suficiente para dar esse passo. Mas, uma coisa é certa não passa deste Verão.
Deixe-me apenas concluir dizendo-lhe que clinicamente falando não é recomendável exercermos pressão para que larguem a chupeta ou a fralda. Forçar, ameaçar, envergonhar, é pior do que o hábito em si.
Crianças aos pares
Encontro-os atrelados no colégio. Pontuais como se nos pulsos tivessem relógios e soubessem a hora da minha chegada.
Antes de me aproximar já os olho à socapa. Toca a andar. Desgrudem. Fçam-se à vida. Mas um beija-me as mãos. O outro, naturalmente bruto, assume a expressão de gato das botas e a minha, bem, a minha é a mais irritante de todos. E eles atrelados e a atrelarem-se a mim. Respiro fundo e boto tudo no carro embora saiba que nem sempre é só uma boleia. À maluca trago tudo para casa - e mais uma que apanhamos pelo caminho.
Depois? Depois é o que Deus quiser.
30.5.14
17.4.14
Família (a minha)
Mas trago-o sempre em mim.
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