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1.12.14
30.11.14
A noite mais longa do ano em Guimarães.
O Pinheiro (para mim) é amor. Foi no compasso do seu toque, há muitos anos atrás (uns 18) que iniciei o projecto do meu casamento (e da minha família). Na altura, não sabia. Tudo o que me importava era tocar com energia o bombo, poupando os dedos se possível. Nunca era. Mas, no dia seguinte, era com vaidade que mostrava as feridas da mão como símbolo da minha noite que - como dita a tradição - se cumpriu longa e em exaltação. No Pinheiro exaltamos a história dos alunos do Liceu de Guimarães. Hoje, a história de todos os estudantes do concelho.
Não fosse o Pinheiro não tinha começado a namorar. Esta noite louca e quente - ainda que fria como se deseja - aproxima. É uma cidade que desfila alinhada atrás de um pinheiro imenso (este ano tinha 26 metros) símbolo de virilidade.
Tantos Pinheiros se seguiram. Mas, lembro com especial amor, 2004. Eu e a Carolina com 12 semanas de gestação. A barriga amparada no cinto da caixa.
Não tenho a presunção que entendam. Tenho por impossível o pedido de por palavras entenderem o Pinheiro e as Nicolinas.
A modos que deixo-vos com a graça de São Nicolau e com Mr. Tim Booth. Façam favor de se arrepiar.
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