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8.9.15

Amigas.


Eu não fumava. Continuo sem fumar. Mas é na partilha de umas passas, entre o fumo que se desfaz  pela janela entreaberta e a nossa prosa que percorremos quilómetros de vida. Frente a frente, de pés descalços e pernas dobradas agarradas pelos braços. Em pé. No encosto do armário. Sentadas na mesa oval. Debruçadas no terraço onde, no horizonte, os nossos olhos contemplam, Guimarães aninhada. Nas noites de Julho quentes como se fosse Agosto ou nas noites de Agosto frescas como se fosse Outubro.
Uma mensagem a confirmar a presença. Umas sommersby debaixo do braço. E a paciência (delas).
Fiz amigas na desordem. Reforcei laços, de amizade e de família.
Foram noites. Muitas. Conversas que começavam presencialmente e terminavam à mão de um telemóvel, madrugada fora, milhares de caracteres depois.
Às tantas percebes que há tangas que talvez não o sejam. E fazem sentido. Há merdas que acontecem porque têm de acontecer e por mais desgastantes e destruidoras que pareçam o lado bom existe mesmo.

7.9.15

Lentamente...







Continuamos em modo férias. Ainda em paragem forçada. O regresso à rotina laboral tem sido lento e as miúdas continuam por cá. E continuarão. Pensar que o 21 (de Setembro) ainda tarda. E por, outro lado, recear a mudança que implicará o segundo ciclo nas nossas vidas.
Este Setembro tem um gosto diferente cujo paladar não distingo. Não sei se gosto, ou mando para trás. Mas, confio.

7.7.15

#Porto


"Amanhã, quando aprenderes a falar português, vou querer que leias tudo o que escrevo sobre ti. Vou querer que saibas que amar em português é ter metáforas suficientes para um amor eterno.
Não temos passado. Só saudades do futuro.
Amanhã, quando me convidares para jantar, vou querer que me digas que é para sempre".