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2.6.16
Uma espécie de declaração
Nunca fui pessoa de grandes declarações públicas de amor, mas vamos nos tornando senhoras da nossa vida, proprietárias orgulhosas das nossas conquistas, soberanas no que sentimos, orgulhosas por dar, vaidosas de poder estender a partilha aos que gostamos.
No início revia com desconfiança as frases, tudo parecia excessivo. Meloso. Até falso. Mas, o primeiro "Enter" é como lacre numa carta ida. Sabe tão bem que chega a virar vício.
Não me interessa quem diz que não há pachorra para isso. O que já não tenho é pachorra para viver por menos.
Não sei o dia de amanhã, nem me angustia que as palavras lançadas hoje possam perder sentido. Hoje amo, hoje gosto, hoje sou e hoje sinto. E sem qualquer eminência que o passar do tempo condene o que o hoje dita, lanço-me sem filtros ao amanhã.
Porque hoje, tudo o que me parece excessivo é o que guardo sentido sem dizer.
#saudades tuas"
31.5.16
Cid estivemos em Trás-os-Montes e não vimos nenhum desdentado
Devo dizer-lhe que à excepção dos 8 graus no alto da serra de Bornes e do benfiquismo acompanhado de chacota ao Sporting e ao Vitória, comemos francesinha com lombo de lagosta...verdadinha...quanta petulância, os transmontanos servirem lagosta, pensei que lá só se comiam azeitonas e porco bísaro... E até vimos um helicóptero aterrar no hotel (!!!).
Fazendo um exercício de memória nem me lembro de ver um transmontano tão feio como o José Cid, ou pelo menos, um que reunisse características tão bizarras como um capachinho e um olho de vidro. Não lhe bastava a escassez dos dentes?!
PS: foram 400 quilómetros (200 para cada lado) a ouvir Toni Carreira.
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