17.2.16
Quando me pergunta o que já fiz...
Tendo a Constança quase seis anos incomoda-me um bocado que acorde, pelo menos uma vez, durante a noite. E se me proponho a contar o meu dia devo começar pela madrugada.
O "mããããããe" num misto de choro e revolta porque na cabecinha dela não teria de me chamar porque eu já lá devia de estar a vigiar-lhe o sono acontece normalmente pelas 4h da manhã, três horas depois de eu adormecer. É como se uma parte de mim dormisse e a outra se mantivesse desperta a antecipar o salto da cama e as apalpadelas às paredes no escuro do quarto.
Deito-me com ela e adormeço. O que significa que na mesma noite durmo em duas camas diferentes e agora que penso nisso é bem capaz de não ser muito saudável.
Levanto-me às 8. Despacho as miúdas. Tomo o pequeno almoço. Vou treinar. Na passadeira, actualizo-me. Do mundo e da minha caixa de correio.
Saio do ginásio directa para o supermercado. Do supermercado voo para casa. Ainda com o casaco vestido vou dispondo os ingredientes de que preciso para fazer o almoço.
Nos quartos, faço as camas, arrumo as roupas.
Na lavandaria, troco a roupa da máquina de lavar para a de secar, não sem antes tirar a roupa da máquina de secar e separá-la. Na bacia laranja a que só precisa de ser dobrada. Na bacia azul aquela que tem de ser passada.
Na sala, cato do chão a Elsa, a Ana, e a família de suínos que a Constança adora, os irmãos Peppa e George Pig.
A mesa está posta. Almocemos.
Pouco depois das 14h já estou, outra vez, no supermercado. As laranjas estão em promoção e a vitamina C é muito útil nos meses de Inverno.
Ainda tive tempo de vomitar na casa de banho do Pingo Doce antes de recolher as criaturas e regressar a casa.
Posso, enfim, relaxar e dedicar-me ao trabalho remunerado.
Correio aberto, meia dúzia de textos para editar aos quais se juntam a entrevista que fiz ontem.
Até à 1 da manhã, hora em que, normalmente, dou por encerrado o dia, ainda vou providenciar banhos, jantar, o "dia seguinte". Talvez agarre no ferro para passar enquanto me envergonho da Bernardina na Quinta e com sorte (e muita organização) despacho o penúltimo episódio do Narcos.
16.2.16
Hoje decidi ser mulher...
De manhã, à mesa, falamos sobre lágrimas. Mais exactamente, da falta delas.
A minha prima que me conhece desde que nasceu e que me acompanhou nas perdas acusou-me de não chorar. "Toda a gente chorou ao ver o Titanic, menos tu", sustentava ela. Não posso desmentir. O Titanic é o filme da minha vida que já vi vezes sem conta e que já pus as minhas filhas a verem, mas daí a levar-me à lágrima vai um longo caminho.
Nunca chorei com nenhum filme. Ou livro. E não sou essa pessoa a quem se arrepiam todos os pelinhos a ver vídeos de ursos, ou gatinhos no facebook.
Na verdade, acho que nunca vou chorar com a ficção.
Sinto-me constrangida a chorar. Seja à frente da minha própria mãe. Já tranquei muitas portas, já aninhei no chão para que não me vissem sucumbir à comoção de um desgosto.
Pela idade, pelas circunstâncias tenho chorado cada vez mais.
Hoje, por exemplo, decidi ser mulher, hormonalmente em descompensação.
Chorei...
Sequei as lágrimas e voltei a chorar.
Não tinha nenhum motivo válido para o fazer (ainda não conhecer a nova colecção da Zara não conta), mas inventei-o na minha cabeça...Como um bom exemplar feminino.
Fechei-me no quarto. Sentei-me na cama. Olhei-me no espelho e vi-me borrada da maquilhagem. Nariz e olhos vermelhos. E isso fazia-me chorar ainda mais.
Limpei o nariz. Lavei a cara. Calcei-me. Fiz-lhes arroz com douradinhos. E voltei a ser eu. Sem lágrimas...até ver.
10.2.16
Eu não quero que sejam alguém. Basta-me que sejam elas mesmas.
Quando acresci ao ser mulher o ser mãe decidi que o que quero para elas é mais ou menos o que quero para mim. Que estejam atentos às minhas capacidades, que me ajudem a vencer os meus medos e me aproximem o mais possível das coisas que me fazem feliz.
Ainda assim, não seria honesta, senão dissesse que me daria, tanto mais jeito (e orgulho) que concluíssem o ensino obrigatório sem uma escolta de explicadores. E que me era muito conveniente que a mais velha tivesse hábitos de estudo que contemplassem a auto-suficiência e o silêncio. E que adoraria ser convocada à escola, apenas, para ser agraciada pela minha boa genética.
Mas, quero potenciá-las para lá da academia do saber. Aproximá-las do português da generosidade, do elogio, da motivação, do perdão.
Vou tentar que vejam na matemática da vida a melhor equação para que os seus denominadores comuns alcancem o melhor dos resultados.
Vou querer que vejam no céu estrelado do monte e nos pés descalços a ciência mais pura do amor.
Vou dar-lhes estradas e caminhos, terras e atalhos, para explorarem os limites da sua educação física.
Tudo o resto deixo para a escola formal.
Reservo-me o cuidado de à noite regar-lhes os sonhos.
Carnaval em quarta-feira de cinzas
Em criança adorava o Carnaval. Se não me atraiçoa a memória, hoje mais desgastada pelas queixas incessantes de uma criança que exagerou nas habilidades com a vassoura e terminou com o queixo arranhado, usava disfarce de Carnaval cinco dias seguidos. E mesmo assim, ao sexto dia despia o facto embeiçada.
A minha mãe tentava convencer-me. Argumentava que era pecado brincar ao Carnaval na quarta-feira de cinzas, que juntamente com a sexta-feira santa era o pior dia para se cometerem heresias. E pensar que hoje, quarta-feira de cinzas, comemos carne ao almoço.
A modos que, Jesus nosso Senhor, não levará a mal que no primeiro dia da Quaresma exponha as minhas folionas que, por sua vez, nunca me perdoariam se não fizesse o registo carnavalesco de 2016
26.1.16
Esta miúda é linda!
Assumo o propósito da selecção do título. Conseguir que fosse o mais fatela possível. E já agora reconheço o plágio. O Nelson Freitas não se incomodará seguramente.
Está de volta a estrela da companhia. Eu sei, desta forma mantemos o registo com que iniciamos. Mas esta miúda é a fatia do meio da torrada. É um hat-trick do Ronaldo (porque um golo só virou rotina). É o título de campeão do Sporting no primeiro ano do Jesus. É o Beckham no anúncio da H&M. O serviço da Serena Williams. É o meu chá de camomila antes de adormecer. É a minha sexta-feira. E o meu Domingo com a lareira acesa.
Esta miúda é todos os dias em todos os instantes. Uma estrela sem noite porque o seu brilho é permanente. Ou pelo menos, o modo como me ilumina é constante.
E antes que comece a dizer que tem gosto de bomboca de morango (ainda que tenha) vou mas é buscá-la à escola e estrafegá-la.
O título de post mais piroso já ninguém mo tira.
5.1.16
Morreu a Filipa.
Nunca fui próxima da Filipa enquanto frequentamos a mesma turma no liceu. Mas mantínhamos uma relação cordial e afável o suficiente.
Não voltamos a ver-nos desde que terminamos o secundário. Ou se voltamos não me lembro.
Soube hoje que a Filipa morreu. Através de outra colega do liceu por mensagem do facebook.
Fiquei agoniada. Ansiosa.
Não via a Filipa desde o liceu e nem sequer eramos próximas, mas a Filipa tinha a minha idade. E morreu.
Rapidamente, criamos uma conversa de grupo no facebook composta por colegas e as informações começaram a cair.
A Filipa, com 33 anos, teria cancro da mama e não resistiria a uma pneumonia.
Foi a primeira colega com quem estudei que morreu. E dou comigo a pensar nas manhãs à frente do liceu onde nos furos partilhávamos o mesmo sol e planeávamos o futuro no tempo que o tempo nos sobrava e nos julgávamos imortais.
Não voltamos a ver-nos desde que terminamos o secundário. Ou se voltamos não me lembro.
Soube hoje que a Filipa morreu. Através de outra colega do liceu por mensagem do facebook.
Fiquei agoniada. Ansiosa.
Não via a Filipa desde o liceu e nem sequer eramos próximas, mas a Filipa tinha a minha idade. E morreu.
Rapidamente, criamos uma conversa de grupo no facebook composta por colegas e as informações começaram a cair.
A Filipa, com 33 anos, teria cancro da mama e não resistiria a uma pneumonia.
Foi a primeira colega com quem estudei que morreu. E dou comigo a pensar nas manhãs à frente do liceu onde nos furos partilhávamos o mesmo sol e planeávamos o futuro no tempo que o tempo nos sobrava e nos julgávamos imortais.
3.1.16
Em 2016 quero ser eu. E ser, apenas, melhor todos os dias.
2015 foi inesperado. Intenso... E quase me deixava levar por um rol interminável de adjectivos. Por isso, vou resumir. 2015 foi cinematográfico.
Terminou com a pior e mais dolorosa das infecções (no dente do siso que não pode ser extraído). E juro por Deus que nunca sofri tanto na vida. Quase dois meses depois continuam presentes as consequências da maleita.
Fui duas vezes ao hospital, meia dúzia ao dentista, fiquei de cama, não comi, convenientemente, cerca de três semanas, emagreci tanto que tive medo de me pesar e passei o Natal e o Ano Novo a tentar ganhar peso.
Em 2016 quero ser pratica. Por isso, o meu primeiro desejo vai já para a solução, definitiva, do meu problema dentário.
De resto, poupo-vos na enumeração de genéricos. Trabalho, amor, paz. Não necessariamente nesta ordem. E, principalmente, saúde.
Quero ser eu. E ser, apenas, melhor, todos os dias.
(Saímos de Portugal uns dias...Regressamos em breve)
5.12.15
Primeiro Sábado com sabor a Sábado.
Estamos, eu e a Constança, sós.
Ocupamos um só lugar no mesmo sofá. Ao canto, cobertas pela mesma manta, apesar do calor artificial.
Desde ontem que a miúda não tira da cabeça a coroa dourada.
Eu ainda não tirei o pijama. Nem escolhi o filme que vou ver até adormecer.
Suspiro por uma sesta daquelas amassadas, encolhida no colo pequeno da minha pequena.
A maior fugiu-me. E sinto falta do seu cheiro de adolescente. Por outro lado, estou a apreciar o silêncio estranho destas paredes. Encontro-me nesta paz que consigo tocar apesar da dormência do corpo encolhido no sofá.
4.12.15
Vamos de mal a pior.
Ai que a vida mudou. Ai que continuo a adaptar-me. Tipo, ainda ando pela casa às apalpadelas a ver se não me espeto em nenhuma parede quando, à noite, não quero acender a luz. Ai que troquei o ar condicionado pelo aquecimento. Ai que a rede não é grande espingarda e já aconteceu ter de falar ao telemóvel na varanda. Tudo coisas para lá de graves e difíceis de superar....O caraças!!!!!
Difícil, difícil é a infecção no dente do siso teimosamente se mantém há uma semana e meia. E não façam essa cara de compaixão perante alguém que se julga prestes a falecer.
O raio do dente só ainda aqui está porque a sua raiz toca no nervo e se para mim tratar uma cárie tem o mesmo peso que uma apendecectomia, imaginem arrancar um siso que me pode trazer o nervo junto e deixar-me desfigurada.
Começa com uma dor que evoluiu de ligeira a aguda.
O processo é sempre o mesmo. Primeiro passo: brufen. E fazer figas. Não resultou. Segundo passo: farmácia. Ora vamos lá ver o que se arranja para lá de espectacular para que a dor passe sem ir ao dentista? Era o que eu temia: NADA!.
Terceiro passo: dentista. Antibiótico. Abcesso.
Graças a Deus tenho sempre direito a abcesso sendo que desta vez registo um sintoma novo e por sinal o pior de todos. Não consigo abrir a boca. Ou melhor, consigo, até à altura de um dedo. Comida???? Não sei do que falam.
E a falta que uma boca aberta faz???? Meu Deus!
Maneiras que estamos muito mal. O antibiótico terminou e não há melhorias. Tenho uma dor persistente que se estende da cabeça ao queixo.
Estou determinada em ir às urgências.
Difícil, difícil é a infecção no dente do siso teimosamente se mantém há uma semana e meia. E não façam essa cara de compaixão perante alguém que se julga prestes a falecer.
O raio do dente só ainda aqui está porque a sua raiz toca no nervo e se para mim tratar uma cárie tem o mesmo peso que uma apendecectomia, imaginem arrancar um siso que me pode trazer o nervo junto e deixar-me desfigurada.
Começa com uma dor que evoluiu de ligeira a aguda.
O processo é sempre o mesmo. Primeiro passo: brufen. E fazer figas. Não resultou. Segundo passo: farmácia. Ora vamos lá ver o que se arranja para lá de espectacular para que a dor passe sem ir ao dentista? Era o que eu temia: NADA!.
Terceiro passo: dentista. Antibiótico. Abcesso.
Graças a Deus tenho sempre direito a abcesso sendo que desta vez registo um sintoma novo e por sinal o pior de todos. Não consigo abrir a boca. Ou melhor, consigo, até à altura de um dedo. Comida???? Não sei do que falam.
E a falta que uma boca aberta faz???? Meu Deus!
Maneiras que estamos muito mal. O antibiótico terminou e não há melhorias. Tenho uma dor persistente que se estende da cabeça ao queixo.
Estou determinada em ir às urgências.
3.12.15
2.12.15
Não, a Constança ainda não entrou na faculdade.
Continua a viver comigo e a pedir companhia sempre que precisa de ir à casa de banho.
Entretanto, melhorou sobremaneira a autonomia alimentar. Já dei com ela a tentar aquecer leite com cereais no microondas.
Tem vezes que escolhe a própria roupa e já é capaz de apertar sozinha os cordões.
Não queria estar aqui a gabar-me, mas a miúda até já lê algumas palavras. Justiça lhe seja feita. A estrela da companhia há muito não aparecia por estas bandas. Shame on me!!!!
Ainda não vive numa republica de estudantes, tampouco entrou para a escola, mas a minha criatura menor está mais doce do que nunca. Passo o dia a suspirar pelo momento em que, as duas na cama, nos estrafegamos de mimos.
Depois da história, no escuro do quarto, iluminado pela luz de presença, ele é beijos no olho e no sobreolho, no nariz, na bochecha, no lábio. Ele é abracinho, mãozinha na cara. E incontáveis declarações de amor.
PS: qual Pipoca Mais Doce o bob ficou um arraso na minha pequena.
6.11.15
À minha adolescente.
Quantas vezes te olho na tentativa de te decorar. Para não te perder nas expressões infantis que se perdem. Para não te perder no tom de voz que agrava. Para não te perder no olhar que mente. No jeito e nos gestos que já não são ingénuos.
Procuro-te as faces redondas e rosadas do bebé pequeno de cabelo espetado. Encontro-o nas fotos. E engulo-te a expressão para que se faça orgão dentro de mim. Não a quero perder.
Fecho os olhos e convenço-me que és a mesma. És minha, como sempre. Talvez mais um pouco porque sãos mais os anos que partilhamos. Mas cresces e vais sozinha para a escola. Tens telemóvel. E conta no facebook. Até tens namorado.
Já frequentas o segundo ciclo. E sais da escola para comprar gomas.
Não sei se te perco. Não sei se te ganho.
Mas não te largo.
5.11.15
Uma bond girl com 50 anos.
A propósito da estreia hoje de Spectre ocorreu-me revelar que esta senhora, que já completou meio século de vida, é a mais velha bond girl da saga.
4.11.15
Pensão do Amor.
Foi deveras agradável ocupar a mesma mesa em que apenas uma semana antes Sir David Beckham sentou o seu jeitoso traseiro.
3.11.15
Ainda Lisboa.
Na arrogância da minha adolescência sonhava com o dia em que me mudaria para Lisboa. Imaginava-me a viver na capital. Presumia-me capaz de deixar Guimarães e assumir-me na grande cidade.
Rapidamente entendi a dimensão dos laços que me prendiam aqui. E enquanto adulta nunca ambicionei partir.
Ainda assim, sou apaixonada por Lisboa. E a cada regresso perco-me mais um pouco na sua beleza. E grandeza. Mais evidente para quem chega de uma cidade menor.
Amiúde ouvia dizer "mudava-me já para aqui". Invariavelmente, respondia, "eu não. Só estou de passagem". Não troco a qualidade de vida que Guimarães me permite. A proximidade. O conforto. O tempo que chega, seja para caminhar até ao trabalho, seja para frequentar o ginásio. Sem sair e voltar de casa ainda noite cerrada.
29.10.15
Estou de regresso e até fui à TV
Prometi que escreveria, mas não escrevi.
Corei de vergonha ao perceber que a última publicação leva para lá de um mês. Nunca tal aconteceu. E comprometo-me agora a não repetir o desleixo.
Quem acompanha o blogue, apesar do vazio dos últimos dias - e continua a cá vir diariamente - quem me conhece sabe que a minha vida mudou. E eu sei que esperam com taquicardia um post sobre o sucedido. Em breve, talvez.
Entretanto, para quem não sabe recebi um convite da equipa do Queridas Manhãs da SIC, a propósito de um texto publicado neste blogue sobre hipocondria. Desafiaram-me a falar sobre o tema. Ou como quem, diz a assumir perante Portugal e os países lusófonos que, para mim, comichão na cabeça significa cancro galopante e semana e meia de vida.
Aceitei apreensiva. Confesso que reflecti e pedi opiniões. Quase todos me torceram o nariz. Assumir em televisão um distúrbio que me lixou meses de vida não foi consensual.
A hipocondria não é consensual. Estar doente é algo incomodativo. Estar-se doente sem se estar sugere descompensação.
O meu pai morreu com cancro no cérebro a primeira vez que se permitiu cair doente numa cama. Tinha 50 anos. Estivesse ele aqui e hoje faria 63 anos.
Acreditei durante muito tempo que o meu pai era uma espécie de super herói dos clássicos do cinema, daqueles que nunca morrem.
Morreu-me afinal. E oito anos depois os botões começaram a piscar. Descontroladamente. Não podia perder mais ninguém e passei a viver obcecada com o medo da morte. Prevenir as doenças pareceu-me a melhor solução.
Hipocondria, cibercondria, ansiedade, ataques de pânico... Só coisinhas simpáticas que me atiraram para a cama. Incapaz. De me levantar, de comer, de sair de casa, de cuidar das miúdas, de falar...
Antidepressivo associado com ansiolítico. Psicoterapia...
Perdoem-me a rapidez, mas nisto interessa é a recuperação. É impagável sentirmo-nos equilibradas.
Os fármacos foram essenciais, no meu caso, pelo menos, mas comprometi-me desde sempre a parar assim que possível. E parei. Aqui, o facto de ter voltado - após longa pausa - a praticar exercício e a correr três vezes por semana foi determinante.
espreitem o vídeo aqui
9.9.15
Coisinhas que me arrebitavam.
ZARA
Ela (a amiga): E então? Já compraste alguma coisa da nova colecção?
Eu: Achas?
Ela: Sim... Em circunstâncias normais já terias comprado.
Eu: Não há nada de jeito.
Ela mira-me com estranheza.
Eu: A sério. Andei uma manhã a bater perna. Fiz o circuito em duplicado e não houve nada que me agradasse... nem na Zara!
Ela: Porra estás ainda pior do que eu pensava.
Mas há!!!!! E no meu ambiente de trabalho já não cabem mais modelitos que deitei o olho e podiam perfeitamente vir aqui e animar-me os dias.
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