24.5.16
Cidade 21
Bato palminhas à nova edição da Cidade 21 acabadinha de sair. Primeiro, porque a capa está brutal. Segundo, porque esta é a primeira que conta com textos assinados por mim dos quais destaco a entrevista ao Hélder Reis.
É sempre motivo de orgulho fazer parte de um projecto com qualidade e integrar uma equipa jovem e ambiciosa que não se limita a seguir as tendências do mercado editorial. Um basta para o mais do mesmo. Cheguem-se à frente pessoas empreendedoras.
A partir de amanhã à venda em todo o país.
23.5.16
22.5.16
Amor de elástico.
Sabes quantas vezes quis desistir de ti? Quantas vezes no último ano não te lembrei? Ou não te quis?
Nenhuma.
O (nosso) tempo passou num voo acrobata de avião militar. Com loopings e acelerações de 7G. Chegamos a perder os sentidos, mas nunca o combustível. Encartei-me para manobrar um bombardeiro russo e não sendo, ainda, especialista às vezes perco altitude (sem nunca me deixar cair).
O amor é um jogo duro. Cerramos os punhos. Calçamos as luvas. Subimos ao ringue.
Tenho o anel no dedo e o coração em ti.
És o meu amor do cinema. Que me segura no colo e me eleva na multidão de frente para o palco na romaria da vila. Que me beija na faixa de rodagem da autoestrada. Que se perde comigo num tinto de malga que nos deixa os lábios (e os dentes) num tom roxo. E o corpo quente.
Visto de fora parece um sonho. Nem sempre é. A nossa licença de voo é recente e temos manobras arriscadas.
Há a noiva teimosa e tagarela com as suas crias turbinadas. Há a tua loira. As três vestem-me as saias e agarram-nos nas mãos. Mas, sobramo-nos um para o outro. E na imprevisibilidade vivemos.
A noite não está ainda quente o suficiente para nos sentarmos na varanda virada a poente e estendermos as pernas sobre o ferro. Mas, em qualquer lugar, sobre qualquer cadeira temos o nosso tinto (de malga) e o nosso olhar demorado.
Parabéns pelo primeiro aniversário meu urso. Traz-me apenas o meu abraço.
21.3.16
Mango vs Primark
vestido 12.99 euros
vestido 12.99 euros
vestido 17.99 euros
tshirt 7.99 euros
tshirt 7.99 euros
Quem é que não gosta da Primark?
Toda a gente gosta, mesmo aqueles que juram a pés juntos que não, que é impossível lá comprar seja o que for. Mentirosos!
Devia ser publicado em Diário da República uma visita mensal à Primark nem que fosse para gastar 20 eurinhos. Assim de repente, pensem lá na quantidade de coisas que trariam da Primark com 20 euros...
Agora imaginem a Primark na própria da Mango.... Ah???? Gostaram?
Também não viajem... Não, a Mango não comprou a cadeia irlandesa. A Mango decidiu imitar a cadeia irlandesa.
Ora, o que é que queres dizer com imitar? Perguntam vocês. Imitar nos preços, responde esta vossa serva.
Tenho outra pergunta para as minhas queridas leitoras. Quem é que não ouviu falar espanhol nas visitas à Primark?
Pois claro, todas ouviram. E se lá forem agora arriscam-se a sair com um espanhol melhor do que o do Ronaldo.
Os espanhóis renderam-se à Primark e a Mango rendeu-se ao mercado.
Depois da reorganização do sistema logístico e do desenho das roupas para acelerar a capacidade de distribuição e aproximar-se do modelo da Inditex abastecendo as lojas a cada 15 dias e lançando campanhas publicitárias com novas tendências todos os meses; depois da linha Violeta com o alargamento dos tamanhos até ao 54 e depois da abertura de uma loja online na Amazon, a Mango lança a #NewPrices com peças a partir de 2.99 euros. Vá, fechem as boquinhas e deixem-se estar que é hora de tratar do asseio das crianças. A tshirt a 7.99 e o vestido a 12.99 euros amanhã continuarão no mesmo sítio. Nas lojas e na internet.
19.3.16
Os teus 6 anos!
Deitada ao teu lado convenço-me que continuas bebé. No quarto cuja luz se vê pelas frinchas das persianas que me proíbes de fechar procuro as tuas mãos. Gosto que continuem pequenas. E que sorrias durante o sono. Mas, confesso que me incomoda a ligeireza com que ainda dormes. Tens seis anos, caraças... experimenta um sono ininterrupto de 8 horas. Ias adorar e a mãe também.
Deves saber que foste o único recém nascido lindo que vi até hoje. Eras enorme, de dedos compridos, e de um redondo tão perfeito que parecias concebida a compasso.
No teu primeiro dia vestiste um vestido cor de rosa.
Desde muito cedo te percebi a independência. Como quem cedo se impõe. E se inquieta.
Noto-te a garra das grandes mulheres capazes de se fazerem no vagar dos dias.
Devo confessar-te que enquanto te acolhi em mim receei amar-te de menos porque o que já sentia pela tua irmã parecia engolir-me todo o amor. Disparate. O amor quando partilhado multiplica-se. Nunca conseguiremos amar de menos os nossos.
Deves saber que quando te deixo na escola e engoles em seco com os olhos carregados de lágrimas e ainda assim não choras me esmagas o coração e enches de orgulho. Da força com que és feita.
Não te dás a quem não te merece. Observas. Comes o mundo com os teus olhos gigantes. E bebes do saber. Sabes muito mais do que te ensinei. E compreendes o amor. Crias laços que se farão eternos. Ainda ontem me dizias que nunca me abandonarás, menos quando estiveres a namorar.
Hoje fiz-te bolos que não provarás. Como sempre, vais manter-te na tua e sorrir aqui e ali quando te falarem. Vais parecer ausente e caminhar altiva sempre com as costas direitas. Mas, todos te notam. Porque esses olhos agarram. És viciante nesse teu jeito desinteressado.
Faço-me cada vez mais de ti. Do que me ensinas quando sozinhas nos namoramos.
És a minha Constança. E eu, se pudesse imaginar uma filha, ela nunca chegaria aos teus pés compridos e morenos.
18.3.16
Vai a semana no fim...
E ainda estou incrédula pelo maior sobressalto destes dias ser a minha gripe. É verdade que até tive febre. E que tusso como quem se prepara para expulsar um pulmão pela boca. E que estou afónica.
Já a Constança está pronta para outra (Deus me livre!!!!), mas continua a achar um piadão às minhas incursões nocturnas ao seu quarto. Tem noites que me chama de 8 em 8 minutos, aproximadamente.
Enfim chegou a bonança.
Parabéns Vicky!
Vi-te, a primeira vez, num Sábado de Junho. De pés descalços chapinhavas num regato.
Eu, do cimo da ponte de madeira, ouvi-te contar do dia "formidável". Estiveste no Gerês e ainda tiveste direito a um passeio no parque.
Caçaste borboletas e dançaste kizomba.
Pediste-me para ficar comigo. Não pude aceder. Mas prometi-te que voltarias.
E voltaste.
Eu espero que fiques sempre, mas quando não puderes, volta.
17.3.16
Na esteticista com a minha filha de 10 anos.
É daqueles momentos aos quais reservamos a bola vermelha no calendário.
Nas notas do iphone escrevi "Carolina faz o buço" quase como quem lê "Anita faz unhas de gel". Perdoem-me que a boneca mudou de nome... "Martina faz unhas de gel e pondera o microblading nas sobrancelhas".
É um momento que tem tanto de histórico como de assustador.
Só no Verão do ano passado é que comecei a fazer o buço. Deus abençoou-me com pelos dourados como o sol. O problema é que com o próprio do sol brilhavam de mais. Vai daí, começamos a tirá-los.
Já a Carolina precisa de se depilar praticamente desde que nasceu.
Tenho em casa uma Frida Kahlo. Na verdade tenho duas, mas receio que pequena Constança não voltasse a ser a mesma depois de passar por tão doloroso massacre físico.
A modos que agora é isto. "Quero fazer uma marcação, dois buços e duas sobrancelhas, Andreia e Carolina Lopes, obrigada".
16.3.16
Ah e tal 7 milhões de visitas por ano, isso é muito fixe, mas eu quero é saber da Zara!!!!
Abre amanhã o Centro Comercial Nova Arcada na cidade vizinha de Braga.
A abertura de um shopping é sempre motivo de jubilo para as alminhas sedentas de bater perna em metros quadrados nunca antes desbravados.
Ao todo, serão 109 lojas distribuídas por quatro pisos. Um investimento de 160 milhões de euros e 2 mil novos postos de trabalho directos. No-tá-vel. Mais ainda porque é o único centro comercial a ser inaugurado este ano em Portugal.
Acho tudo muito bem. Sou uma minhota orgulhosa, mas há uma pergunta que não quer calar: então e a Zara????? Ir a um shopping e não ver a Zara é como ir a Roma e não ver o Papa. Ou, sei lá, ir ao cinema e não comer pipocas... ir ao Porto e não malhar numa francesinha ou estar de férias no Algarve e não despachar, pelo menos, uma bola de berlim por dia. Desculpem, mas não dá. É como o Jesus falar sem meter uma argolada. Não dá. É impossível. As coisas são como são. Não se podem tirar os anões à branca de neve ou os três pastorinhos a Fátima.
E ir a um shopping sem uma Zara é como ir ver o Real sem o Ronaldo no 11.
E para não irem a correr cortar os pulsos nem vou dizer que também não tem Mango. Ops!!!!! Já disse.
Mas, nem tudo são más notícias. Vamos ter a Ikea num único piso com um conceito adaptada às casas do norte.
E, pronto, a Lefties também que ainda não existia em Braga.
Então??? Não façam essas caras...
15.3.16
Conteúdo para maiores de 18
Quando nos sentamos, para o pequeno almoço, pouco depois das 9h, a nossa maior preocupação é a base mal espalhada nas sobrancelhas.
Falamos do tempo. Do que faz hoje, do que fez ontem e, invariavelmente, do que fará nos dias seguintes. Falamos do tempo que ainda não tivemos para tratar dos outfits da Páscoa.
Entusiasmámo-nos com as intervenções sempre tão intensas da Bernardina. E quase coramos de vergonha com o seu palavreado cujo peso consegue superar a própria da autora.
Dizia eu, quase coramos... Sem imaginar que dali a poucos segundos coraríamos de facto. E nem a base, em excesso, nos safou da exposição rosada das nossas faces.
Na mesa ao lado, duas mulheres, aparentemente trintonas, ocupavam a primeira refeição do dia a conversar sobre outro tipo de, alimento, vá.
- E então? Conseguiste? - Pergunta a mulher de cabelo liso.
Sentada de frente, a sua interlocotora, saca de um sorriso maroto, enquanto se ajeita na cadeira e coloca os braços sobre a mesa.
A colega, de olhos muito arregalados, aguarda, visivelmente impaciente.
Na minha mesa, olhámo-nos. Desconfiadas, mas curiosas.
- Siiiiiiiiiim - responde enquanto bate palminhas e sorri envergonhada.
A felicidade do feito - para nós ainda desconhecido - é partilhada pela loira de cabelo liso. Junta-se-lhe em festa. Agarram nas mãos uma da outra e batem cinco.
Passou à quinta no exame de condução??? Terminou, finalmente, a licenciatura???? Estará grávida????? Foi pedida em casamento???? Lavou a roupa sem tingir uma peça???? Criou uma conta no facebook???? Colocou implantes???? Foi promovida???? Fez a dieta dos 31 dias e já cabe num 36???? Viu o Titanic sem chorar????
Passou-nos tudo pela cabeça naqueles escassos segundos entre a pergunta e a resposta tão efusiva.
- Como é que conseguiste?
Entretanto, eu e a minha colega, quase nos tínhamos mudado para a mesa do lado.
- Saímos no Sábado à noite. Bebemos uns copos, vimos uma banda ao vivo, depois ainda fomos conhecer um hotel que abriu em Santa Luzia, passamos na Praça antes de virmos embora...
- Desenvolve - pediu-lhe, em desespero a rapariga.
- Quando chegamos a casa ainda acendemos a lareira e bebemos uma garrafa de vinho. Eu estava tão descontraída....
- E conseguiste???????
Percebemos finalmente que aquela trintona tinha perdido a virgindade. E quase nos apeteceu bater palminhas e cumprimentá-la também.
Mas, afinal....
- Conseguiiiiiii! E ficas já a saber que não é verdade que as mulheres não sentem prazer com sexo anal.
Voltamos a corar e aproximámos, ainda mais, o ouvido.
- Fizeste e ainda por cima gostaste??????
- Gostei. E depois dessa primeira vez já voltamos a fazer.
- Como é que conseguiste????? Não te doía para caraças????
- E doeu. Mas ele foi tão querido, super paciente... Às tantas, eu já suava, mas mentalizei-me que seria capaz. E não desisti. Depois de passares aquela barreira, deixa de doer.
Estamos mais unidos do que nunca.
E nós, cuja expectativa mais ousada para aquele pequeno almoço era uma dissertação sobre a xaroca de Bibi, terminamos num workshop de sexo anal.
Nicolau Breyner
Eu não tenho medo da morte, tenho pena de não viver.
Ligeiramente chocada, assim me defini. Porque da vida (neste caso, da morte) já recebemos lições várias acerca da vulnerabilidade de quem cá passa.
Morreu Nicolau Breyner. E por instantes, ao olhar a TV, presumi que fizesse anos. Virei costas à peça que lembrava os mais de 50 anos de carreira e resumi-me à minha lide de final de dia, agravada por uma cria doente.
Só mais tarde, ao abrir o facebook, percebi que tinha presumido errado. Na televisão nacional não se celebrava a carreira, celebrava-se a vida agora que a morte chegara.
14.3.16
A minha filha, afinal, também pega bicho.
Dorme ao meu lado com as mãozinhas entre os joelhos.
Não é um sono tranquilo. Meia volta balbucia qualquer coisa imperceptível. E range os dentes.
Queima-me se lhe toco nas costas.
Está doente a minha pequena. Infecção na garganta e no ouvido. Um estado quase natural nesta falsa Primavera que nos aquece a alma mas nos deixa o corpo ao descoberto do vento matinal e das baixas temperaturas que chegam quando a noite chega.
Quase me tinha convencido que esta magricela não adoecia.
A última febre originada por uma bronquiolite já leva mais de quatro anos.
Tanto tempo sem viroses nem ranho no nariz. Mas, eis que percebo que não há nenhum mutante cá em casa. Calharam-lhe duas infecções com tudo o que lhes está reservado. Dor de cabeça, de barriga, garganta e de ouvidos. Febre. Prostração. Falta de apetite. Hoje consegui que comesse uma maçã ao almoço, meio pão ao lanche e quatro colheres de massa ao jantar.
Amanhã continuamos de quarentena.
11.3.16
9.3.16
Presidente.
"Uma criatura só não presta quando deixou de ser inquieta"
In discurso de Marcelo Rebelo de Sousa hoje na tomada de posse
8.3.16
Escrever. Sempre.
Se falar, atrapalho-me. Perco-me entre a velocidade com que quero dizer e aquela que o meu instrumento de fala me permite. É mais lenta a minha verbalização do que o processamento do meu cérebro.
Às vezes, chego a acreditar que sou capaz. Se está tudo devidamente organizado em gavetas, basta-me abrir uma por uma. Não basta. Atrapalho-me. Perco-me em argumentos e disperso no discurso que afinal continua na gaveta empoeirada.
Por isso, escrevo.
Ganhei um grande amor pela escrita.
Conheci-o pela escrita. E foi a escrita, de ambos, que no início nos cativou. Hoje, outros atributos nos cativam, mas o mais curioso é que não deixamos de nos escrever.
Este exercício diário, nem sempre remunerado em numerário, compensa-me os vazios da alma.
É a ele (ao amor) a quem mais escrevo, embora nem tudo lhe chegue.
Por cá, tenho escrito pouco. Absorveram-me os últimos dias que duraram mais do que gostaria.
É uma promessa gasta aquela de voltar como antes. Por isso, não o farei.
Mas, encontram-me sempre aqui.
24.2.16
A minha vida pacata...
Queixámo-nos. Que o monte de roupa cresce. Que não sentimos a pele do sofá no corpo. Que já não sabemos o que cozinhar para o almoço. Mas, atrevo-me a perguntar qual de nós gostaria de inverter os papéis? Reservar um lugar no sofá sem validade enquanto ele cozinha, trata da casa e dos miúdos? E à noite ainda te vale nas carências da alma e nos desejos da carne.
O que pode ser mais honroso para uma mulher do que viver num mundo perfeito em que assume como seu o mérito da gestão e do equilíbrio familiar sem que isso signifique subordinação? E onde a excepção confirme a regra imposta historicamente ao género. Ter um homem para quem cozinhar, mas que saiba cozinhar. Responsável pelo vinho e pelos pratos na mesa.
Na minha vida pacata acordo suja de rimel e calço meias por cima do pijama. Como pão com manteiga e tomo meia de leite. Bebo ice tea do Lidl, desde que bem fresco. Pico uma cebola com mestria. Passo a ferro, sem tábua, na mesa de apoio aos sofás. Vejo a Quinta e as Kardashian.
Mas, mais depressa que a cebola doure no estrugido descalço as meias, lavo a cara, solto o cabelo, passo batom, subo no salto.
Poucas coisas nos realizam tanto como a virtude de nos sentirmos completas.
23.2.16
Lembrete
Não entres no Lidl com a Constança. Há ovos de chocolate gigantes estrategicamente colocados à entrada das caixas. Naquele momento em que tens a velhinha com cheiro a naftalina à frente e a boazona do ginásio atrás não vais arriscar uma discussão com a criatura. Até porque sabes que vais perder de qualquer forma.
Ao menos, que não suje o carro.
22.2.16
A foto do Marco....
Pus-lhe a vista em cima bem cedo no ginásio. Guardei-a.
Não fui ao jogo e nada que possa escrever fará jus à qualidade da fotografia. Mas, o Vitória é um pouco isto retratado nos dois rostos visíveis no registo. Contra tudo e contra todos, a modos que o enquadramento com os
Do verbo engonhar...
Aquele momento em que tens de escrever algo que já devias ter escrito, pelo menos, há uma semana, mas ocorrem-te mil e uma outras coisas para fazer.
A ver, tenho à frente dos meus olhos uma bacia de roupa para passar a ferro. Diz que a Carolina Patrocínio saiu da maternidade com o ventre liso. Ok. Agora contem-me uma novidade. O look Max Mara da Cristina Ferreira na festa da TVI. Já vi sim senhor e não gostei, mas estava capaz de usar os brincos Channel.
A Constança besuntou o cabelo com o reafirmante das mamas, devia enfiá-la já na banheira. E a Carolina? Será que foi às soluções para fazer os trabalhos de casa de matemática?
Por falar na Constança, não a oiço há meia hora...O que estará a miúda a fazer? Será que voltou a encontrar os tampões?
Tenho aquele contacto para fazer. Essa entrevista é muito importante.
Não é no próximo final de semana que o Vitória joga com o Sporting? Por falar nisso, grande jogo ontem, roubadinhos pá. Interessa que o Sporting ganhe hoje e voltamos à liderança.
Eiiiii, eu tenho mesmo de despachar aquele texto.
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