Os domingos mudaram.
Eu- ainda- sou do tempo que passeava. Primeiro, com os meus pais. Sem destino.
O passeio durava o tempo dos relatos do futebol que o meu pai gostava de ouvir enquanto fazia palavras cruzadas.
Depois, com o namorado, aos 18 anos, com a carta de condução acabada de tirar.
Os domingos de hoje são passados em casa. E é assim que gosto deles. No aconchego do lar. De pijama na pele e chinelos nos pés. Entre um cochilo, um cafoné e o choro da bebé que acordou da sesta.
Há o pão quente mesmo ao lado. E a trela da cadela. Com um kispo vestido ninguém repara que estou com roupa de dormir.
Mas, isto é de tarde.
De manhã, gosto de tomar o pequeno almoço fora e antes do regresso a casa, para o almoço, há uma passagem obrigatória pela Fnac onde ao domingo, de manhã, há sempre as (passo a repetição) as manhãs infantis. Com programas interessantes e diversificados. Recomendo.
Hoje foi assim
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