Na segunda ela troca-o.
Na terceira, desentendem-se.
Os cobardes esfregam as mãos. Atribuem ao universo a decisão do seu querer.
Os corajosos derrubam barreiras. Querem ainda mais.
Como o par romântico da novela. Que nunca se vê. Nunca se beija.
Os corajosos tomam a autoestrada. Se quero, se tem que ser, que seja antes.
Os cobardes vão pela nacional. Entre trilhos estreitos e irregulares. Param para vomitar. Chegam quando chegarem. Se chegarem...
E às tantas os corajosos percebem que não se dão com cobardes.
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