7.4.11

Ai a genética!

Vou abrir um pouco o livro sobre a minha infância. Objectivo: tentar convencer os crentes que não sou perfeita. Pois é, podia ser, mas não sou a última coca-cola do deserto (passo a publicidade). Quando muito sou a penúltima. A última bebeu-a o Rodrigo Santoro quando nos perdemos (os dois) no Sahara.
Bem, mas voltando à campanha pela minha condição de simples mortal, a minha Carolina herdou de mim uma característica odontológica peculiar. À luz da odontologia, ou da medicina, isto deve ter algum nome. Se tem, não sei, mas passo a explicar. Os meus dentes de leite não me cairam. Tiveram todos de ser arrancados por uma dentista (leia-se carniceira) ali da zona do centro histórico. Ai meu Deus, só de pensar arrepio-me toda. Ainda parece que estou a ver a assistente de cento e tal quilos entrar pelo consultório e segurar-me braços e pernas para procederem à extração dos pequenos ratinhos. A coisa boa é que me fartei de receber a visita da fada dos dentes. Antes que algum dos dentes da minha Kiki seguissem a natureza e caissem um atrevido de um definitivo decidiu não esperar e vai de romper sem pedir permissão. Amanhã vai tirá-lo. E há-de receber também a visita da fadinha. Juro que a minha primogénita não vai ficar como eu, com trauma de dentistas.
Eu já tinha avisado. Não sou perfeita. E este é um dos meus esqueletos bem guardados no armário. Mas, continuem a ler-me tenho outros...

1 comentário:

  1. Isso é apenas um pequeno pintelho, no meio do pequeno mundo de uma princesa!!!

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