Comecemos pela má. A Carolina encontrou o rato(a) esticadinho(a) na gaiola e veio a correr "mãe, o rato morreu!". "Não morreu nada, está só a hibernar". "Não, morreu mesmo porque está de olhos fechados e até lhe consigo ver os dentes". Achei melhor averiguar. E encontrei uma cena digna de um filme de terror. Rato(a) esticadinho, assim de papo para o ar, com os dentes arreganhados e moscas. Esses parasitas que já poisavam no bicho. Cenário dantesco! Ate me arrepiei. E chorei o dinheiro que dei pelo bicho.Durou pouco mais de dois meses. E ainda ontem estava tão vivo. Às voltas na sua roda.
A boa é que temos um grilo. Um grilinho numa casinha azul que faz as delicias da minha Kiki e o terror da minha Sassá que não acha piada ao insecto preto de asas e cornos. Mas depois ouviu-o cantar - quase 24 horas depois de se ter mudado cá para casa - e até lhe bateu umas palminhas.
Cá em casa não há verão sem grilos.

Os bichos adoram morrer assim da noite para o dia... Já desisti dos peixes que aparecem a boiar sem aviso!!!
ResponderEliminarQuanto aos grilos são feios como tudo, mas são também sinónimo de Verão e de lembranças infantis!!
Os meus cães que não se deixem morrer...assim, da noite para o dia.
ResponderEliminarO grilo cantou toda a noite!
Péssima notícia: não consegui convencer o meu gajo a fazer o funeral ao rato(a), de modo que ele enfiou-o na saco do lixo. A minha Maria (entenda-se cadela) roubou o saco. Comeu rato(a) morto(a). Estes bihos são uns promiscuos.