13.2.12
Vírus...do nariz...das seguradoras e do amor
O facto do telemóvel ainda não ter tocado é bom sinal. A bebé está constipadinha. Entupida que nem um lavatório da casa de banho da central de camionagem. Ontem, ao deitar estava com 36.9 - não se pronunciem faz favor - e pelas 2 horas decidi dar-lhe benurón. Acordou - como se deitou - sem febre com 36.4. E bem disposta - até mummy me chamou, assim naquele jeito de safada só dela. Então decidi, após muita reflexão, levá-la para o colégio. Insisti nas recomendações à educadora e parti. O telefone não tocou. Óptimo.
À parte disso, a manhã não foi propriamente agradável. Não gosto de seguradoras nem da forma como trabalham e se esquivam às responsabilidades que lhes são impostas em caso de sinistros. Com as seguradoras há sempre um "mas"... Mas, eu sou pior que o Deus me livre e fiquei "escrementadinha" com essa gente após a morte do meu pai.
E amanhã é o dia dos namorados. Ainda bem que sou casada e não tenho que alimentar tradições só porque sim. Já estou farta de receber flores. E jantar fora, nem a tiro. Restaurantes cheios de meninas com roupinha de domingo e florzinha no cabelo. Normalmente, não tocam nas entradas para não engordar além do cortiço a conta. E têm extrema dificuldade em gerir os gestos e os impulsos dos membros superiores.
Da parte que me toca já tive um namorado (que por acaso agora é marido) que terminou comigo em plena noite de São Valentim. E outros 14 de fevereiro houve que recebi presentes de dois pretendentes - se bem que esta parte é capaz de ser interessante.
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