11.3.12
50/50
Tenho visto alguns filmes ultimamente. E este foi o que mais gostei.
É uma comédia. E é dramático.
Fala de cancro. Amizade. E relações difíceis.
Não chorei - o que não é nenhuma novidade para quem me conhece. Até coro de vergonha ao pensar que em 30 anos de vida nunca chorei em nenhum filme. Nem mesmo no Titanic.
O realizador Jonathan Levine teve a coragem de explorar o cancro como nenhum outro o fez antes. Com humor. E até oportunismo quando o jovem se aproveita da enfermidade para levar miúdas para a cama.
Há o “palhaço” do melhor amigo que descobre a traição da namorada enquanto o personagem principal se esvai em vómitos no final da quimioterapia.
Há a mãe exagerada. E o pai com alzheimer.
E para apimentar a história, a relação que nasce no consultório médico. Ele, a morrer, de cancro na coluna. Ela, jovem médica, que não consegue evitar a empatia que criou com o paciente.
O melhor de tudo é que ele sobrevive, quando só tinha 50% de chances. E fica com a médica.
O filme foi inspirado numa história real.
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Já eu sou menina para chorar em todos os filmes, séries e afins! Horrivel!
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