Já voltei ao hospital desde quarta feira. Fui ver a familiar da minha mãe que continua o seu processo de cicatrização para dar início a outra batalha que será seguramente bem mais dura.
Pedi-lhe o número do filho que está emigrado em França e pelo que me disse a vida corre-lhe bem. Logo, não terá dificuldades em meter-se num avião da Ryanair, dar um pulinho a casa e ver a mãe. Doente e sozinha.
O senhor, ao que parece, até é afilhado da minha avó. E ao telefone foi extremamente (e surpreendentemente)
disponível. E o melhor de tudo é que no dia seguinte estava mesmo aqui.
Afinal a senhora não estava sozinha e bastou um telefonema para se sentir mais aconchegada. Ainda bem que o fizeste.
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