Assim fiz.
Já havia dito que ela avançou a toda a força com o plano B. E desta vez parece mais determinada em chutar o colégio para canto.
A educadora queixou-se das birras e do mau humor ao longo da manhã. Estranhei.
Em casa, tem estado tão divertida e comilona...
Questionei a educadora se teria acontecido alguma coisa que justificasse este inesperado comportamento ao cabo de mais de um mês após o regresso.
Respondeu que não. Pelo contrario. Gabou o bom comportamento e a disciplina do pequeno diabo. Combinamos que ficaria em casa quatro dias (feriado e final de semana e hoje) para despistarmos uma eventual virose, por exemplo. Mas sucedeu o que eu já desconfiava. Em casa, ligou o modo mafarrico da pior espécie. Sem sinal de bicheza ou fastio. Passeamos toda a manhã, demos bolachas às pombas, tiramos fotos (que mais tarde mostrarei), vimos, outra vez, o UP, dormimos um cadinho e agora continua a brincar, energicamente, com o pai.
A questão é, como vou tratar de uma doença que nunca foi? Antidepressivo não é recomendável nesta idade, pois não?
E se for psicoterapia?
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