28.2.11

Baú

Não tenho escrito e não sei como o farei agora. Não me apetece falar (mais) sobre stress e baús fechados porque nem sempre a chave está à mão de semear. Pensei que a minha estivesse naquele armário da cozinha onde se guarda tudo que importa e o que não importa. Mas, não a achei. Abri o baú à força. Arrombeio-o. E ainda continuo a limpar-lhe o pó que restou dos anos. Admito que já esteve bem mais sujo. Garanto que ficará a brilhar.
Obrigada pelas vezes que o telefone toca a waka waka e vejo a imagem de uma mulher de boné. T'Shirt sem mangas a lembrar o verão ou as manhãs desportivas (já não sei). Não tenho nada de novo para lhe dizer, mas ainda assim ela insiste, faz questão de ouvir, de perguntar. De partilhar medos e vitórias. Amigas...enfim!

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