31.5.11
Deixem-nos ser felizes
Gente...pais e mães, como eu, não forcem os vossos filhos, a seguir uma área de formação, uma profissão, um desporto que eles não gostam. Para o qual não têm aptidão ou propensão. Não os obriguem a fazer seja o que for que eles não gostem. Não lhes apresentem fulaninho como exemplo. Não lhes ponham o mundo sobre os ombros. As responsabilidades do futuro. Não lhes tolham os sonhos. Não lhes digam que ser cabeleireiro não dá dinheiro, não paga casas nem roupas caras.
e mais não digo (porque também não gosto de falar de cor)
Ah, a miúda que ontem se atirou da ponte da circular tentava entrar em medicina (curso esse já frequentado pela irmã). Já estava num colégio privado em Braga para subir as notas e ontem faltou a uma prova.
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Este post não é certamente de uma mãe!
ResponderEliminarQuem não conhece a familia não pode opinar sobre estes assuntos!!
Faça um favor a si proprio e apague este post!!
De uma mãe a sério!!
RELEMBRO O SEU POST:
ResponderEliminar“Gente...pais e mães, como eu, não forcem os vossos filhos, a seguir uma área de formação, uma profissão, um desporto que eles não gostam. Para o qual não têm aptidão ou propensão.
...
Ah, a miúda que ontem se atirou da ponte da circular tentava entrar em medicina (curso esse já frequentado pela irmã). Já estava num colégio privado em Braga para subir as notas e ontem faltou a uma prova.”
Este post foi para mostrar solidariedade aos pais? A minha interpretação foi má?? Se fosse mãe daquela menina não teria ficado nada satisfeita com esta conotação que a senhora que se diz "jornalista" fez neste post...
Para se ser jornalista de opinião é necessário ter muita sensibilidade, coisa que obvimante não mostrou, embora não duvido que tenha...
Os posts anteriores e precedentes sobre este assunto são posts de encorajamento, mas este... por favor!! Este post é completamente despropositado...
E se a liberdade de expressão existe para si, existe também para mim...
Tanto existe que poderia não publicar o seu comentário, mas faço-o. Não precisa de me relembrar o post porque vejo o meu blog todos os dias. O que está escrito em cima que continua, mas não fez questão de escrever, está separado por muitos parágrafos propositadamente para não haver confusões. E mais uma vez lhe digo que interpretou mal as minhas palavras. Como uma amiga me diz aquela miúda fez uma opção. Os pais, não. Os pais não optaram vê-la desaparecer daquela forma trágica e a minha solidariedade vai para eles. E não vou deambular mais sobre este assunto. Não conheço a família. Escrevi o que vi e o sentimento que me suscitou depois de me terem chegado à redação inúmeras informações - naturalmente não confirmadas. Mas, uma coisa, sei, aqueles pais nunca seriam culpados por lhe quererem dar o melhor.
ResponderEliminarE mais uma coisa eu não me digo jornalista cara senhora. Sou efectivamente jornalista e completo em Setembro 10 anos de jornalismo e já agora - como parece que tem tempo livre, deixo-lhe o número da minha carteira profissional (5974), com uma breve pesquisa no site da Comissão da Carteira Profissional de Jornalista poderá confirmar.
E outra, quem escreve opinião, não precisa de ser jornalista. Não precisa de carteira profissional para isso. Inventou uma profissão - jornalista de opinião!!! A sua esteticista pode escrever opinião. E dizer o que lhe apetecer - com ou sem sensibilidade - desde que assuma as consequências. Uma colega de profissão, Manuela Moura Guedes, chamou mentiroso ao nosso Primeiro Ministro que na ocasião ainda não era demissionário, como tal...
Obrigada por ler o meu blogue.