As noites são diferentes. Têm sido, pelo menos.
Não há televisão.
Há livros e histórias, às vezes improvisadas.
Deito-as, juntas. E deixo-as, na esperança que durmam até de manhã.
Ainda não dormiram. Ora acorda uma. Ora acorda a outra. Ora, ambas...
A única certeza é que de manhã, uma delas, vai estar no nosso meio.

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