31.12.12

31-12-2012



O ano vai-se assim. Com chuva. Soturno. Parte triste. Como se insistisse em ficar. Vou, mas vou revoltado - sussurra-me ao ouvido.
E aproveita-se da água para limpar a poeira que ficou.
Nem adianta começar com as tangas de ano novo, vida nova. Porque se o ano é realmente novo, a vida mantém-se ( e ainda bem que sim).
Não há ginásio, nem corrida três vezes por semana.
Não há mais dinheiro na poupança (mas mais vestidos no roupeiro).
Não lerei um livro por mês. Tão pouco um filme por fim de semana... um filme a dois, ou a três (a cadela conta), de preferência ao Domingo à noite...até porque a Casa dos Segredos acabou.
Não vai haver escapadinhas românticas trimestrais. Nem peixe na mesa quatro vezes por semana.
Às tantas, amanhã acordas e chove. Continuas fanhoso e quiçá, até com febre. Mas terás sempre Ilvico. Um chá quente. E a mesma manta que te aquecia em 2012. Ainda bem que sim...
Mesmo que ao tocar-lhe não sintas a suavidade de quando a compraste. Mais ainda, agora com o cheiro da cadela entranhado...Aquece-te e basta. Basta-te. Basta-nos.
Feliz ano novo.


30.12.12

Só duas coisinhas

Cortei a franja (só porque disseste que a repa ficava bem).
Amanhã de manhã vou correr 10 quilómetros.

The day after



Enquanto houver...

Game over


Decididamente. Não sou mulher de jogos. Infortúnio total.
 - Anda lá, entretém-te. Joga 10 euros e ficas aí toda a noite...
 - Não me apetece ficar sem 10 euros em meio minuto...
 - Fogo, são 10 euros!!!!
 - Não...
E caminhava, entre as mesas do casino e as slot machines. Olhava com admiração e surpresa os jogadores de coração. Entusiastas. Vibrantes, pelo bem e mormente pelo mal. Entre palavrões e gritinhos histéricos em chinês.
Com toda a gente entretida a jogar, sobrou-me tempo para observar. Mesas de jogo, fichas - de lá para cá e vice versa - quadrilhas, profissionais do jogo que se moviam quais formiguinhas trabalhadoras, de um lado para o outro, atentos a... estatísticas????
Aproximei-me da mesa dos chineses que não apostam círculos, mas rectângulos verdes...
E fiquei sem bateria. Incontactável.
Foi quando em meio minuto, gastei os meus 10 euros.
 

29.12.12

O Dezembro que estranho... E me encanta.

Odeio fins de semana!
Não são proveitosos. Não há produção. A economia cai ( se é q isso é possível).  E as pessoas passeiam em pares, indiferentes à queda do produto interno bruto. Não vos preocupa que em 2013 o PIB vá regredir até ao ano 2000!
Pessoas, a sério, vão trabalhar.

28.12.12

Palavras

Tem dias que as palavras são peças de puzzles. Encaixam.
E se as mudares. Se as escreveres ao contrário, ou lhes mudares o sentido, ou a pontuação... encaixam.
Tem outros, com frases construídas - tuas ou de outros que já disseram melhor que tu - palavras que encaixam, mas já não lês.

Este post pode chocar

Estou farta das crianças em casa, em modo permanente.
Sinto-me vigiada. Perseguida. Engolida. Há sempre uma criatura por perto.
 - O que estás a fazer?
 - O que vais fazer?
 - O que vais escrever?
 - Posso te medir a tensão?
 - Posso ver se tens febre?
 - Podes me fazer uma torradinha...
 - E um chá...?
 - Importas-te de escolher uma roupa para a minha filha usar amanhã?
 - Posso ir de calças?
 - E eu de sapatilhas?
And so on...
As miúdas andam com as horas trocadas. Tem manhãs que acordam às 10. E noites que adormecem à meia noite.
A Constança devia estar a dormir, mas está a pintar as unhas da Pipa.
Eu devia estar vestida, a trabalhar, a estrear roupa, mas estou de calças de pijama e chinelos de quarto.

27.12.12

Causa-me estranheza



Dei comigo com os braços enfiados na água. Sem luvas. Mangas ligeiramente arregaçadas (que jeito me davam os manguitos da minha avó). A loiça não era muita. Mas bastou para me incomodar.
Meti as mãos na água. E a seguir enchi-as de creme.
Dou comigo a fazer coisas estranhas. Em Dezembro.
Fumei um slim na divisão ao lado onde as miúdas estavam. Sentada no puf da cadela com as pernas à chinês.
Calcei galochas e andei de noite. Vestida de coelho e trela na mão. Teria andado quilómetros.
É estranho...
Dormi três horas na tarde de Natal. Teria dormido mais. Porque o tempo também (já) era demais. E o sono encurta as horas.
Causa-me estranheza este Dezembro. Como estranho a efemeridade das tulipas. Mas, como Jack Sparrow, sou pela jornada. Nunca pelo destino.


Voa para os meus braços


Ti peguei



No flagra, garota.

Pessoas, lamento a ausência.

Muito que fazer, que comer, que desfazer. E que arrumar a seguir.
A juntar a tudo isto, muito sono acumulado.
Pois que o Natal passou-se bem, obrigada. E o Pai Natal foi um fixe. Trouxe tudo que a menina pediu (menos a joia).
Estivemos - como tem de ser - em família. Comemos bacalhau. E jogamos bingo.
As crianças brincaram até serem dominadas pelo sono. Apercebemo-nos da fragilidade quando desataram a chorar sem razão aparente.
O momento alto foi quando a Carolina abriu o presente e a Constança gritou "já naxeu...já naxeu!!!".













Na minha cama com ele

5 minutos antes

- Então? Já dormem os dois?
 - Já. Mal os deitei ficaram logo...
 - Oh, tadinhos... Também já é tão tarde...












 5 minutos depois


Três anos da minha vida

Agora que acabei de pagar o Elie Saab e o Alexander McQueen posso finalmente fazer as reservas para o Rio.
Foram três anos da minha vida a pagar dois vestidos que usei... duas vezes!!!
A primeira na marina de Vilamoura. Inesquecível. O toc-toc irritante das sandálias sem capas e as extensões de cabelo da Primark.
A segunda na Quinta da Malafaia, quando o Canário lá foi cantar ao desafio.
Três anos da minha vida. 20 euros por dia.
Nunca um investimento foi tão rentável.

23.12.12

Uma questão de gosto

- Oh mãe, o leite tá ajedo...
- Não está nada... Vá bebe o leite...
- Não! Vai poie xal.

O dourado fica-te mal, amiga


Mas por este blusão ia na Rodonorte até Vila Real

Podia voltar a escrever para os colegas que insistem com a crise, mas canso-me só de pensar nos quilómetros que percorri ontem para encontrar um restaurante onde coubessem duas pessoas.
No meu espaço preferido garantiram-me mesa em meia hora. Não esperei.
Optei por outro concelho. No primeiro restaurante, a gerência teve a amabilidade de fixar uma folha A4 na porta onde se podia ler "lotação esgotada". 
No segundo, o espaço também era escasso para duas almas - uma mais faminta que outra.
No terceiro, idem.
Liguei para o meu espaço preferido. Garantiram-me mesa em 10 minutos. Os minutos que precisava para lá chegar. 
O carro em segunda fila. O iphone sem bateria. O decote indiscreto. A estola sempre no chão.
Mesas enfileiradas de grupos. Separados por género. Ora homens. Ora mulheres. E um casal, confuso na hora de pagar a conta. O gelo como antítese ao vermelho quente das faces. A nota de 50 que ele tirou da carteira e a nota de 20 que ela não precisou insistir para que ele aceitasse.
As mulheres tinham cabelos arranjados. Ainda estáticos do secador. Tinham os olhos sujos do rimel porque a última vez que se maquilharam foi no casamento da segunda prima da parte do pai. 
Tropeçavam no salto, modesto, de pouco mais de 5 centímetros e cacarejavam...cacarejavam...cacarejavam...
Vestiam dourado. E o dourado não lhes ficava bem. O dourado matava-as. 
Malhem-me o quanto quiserem, mas coisa que não me agrada são mais de 6 mulheres juntas num espaço público.

22.12.12

Só a quem interessar

É tão bom começar o dia em modo completamente in love.
O poder que têm menos de 500 caracteres soltos noite dentro.

21.12.12

Gostei, reconheço

A primeira coisa que faço quando chego a casa, no final do dia, é subir ao quarto e despir-me. E, essa necessidade não seria a mesma coisa se as criaturas não me seguissem.
Hoje enquanto despia a meia calça, a Constança tocou-me e disse, "ah perna boa".

Missão presentes





Confesso-me aliviada por estarmos cá. E, até ver, com saudinha.
Hoje, dei por encerrada a missão presentes de Natal. Percorri muitos quilómetros. Vi muita gente. E desgracei-me com o trânsito. Mas, cumpri.
E agora enquanto olho de esguelha para a reportagem da TVI que insiste na pobreza do Natal em tempos de crise, apetece-me mandar a jornalista à m..... Cara colega, já fizeste as tuas compras? Esperaste minutos preciosos de tempo em filas para passar no corredor dos Nenucos; para pagar; para embrulhar os presentes???
Disseram-te, ontem, "ah e tal não se preocupe porque ainda temos muitos casacos desses...nem lhe devia dizer, mas chegam aos saldos de certeza" e hoje ligaram-te com um discurso ligeiramente diferente, "se não vier buscar o casaco na próxima hora vamos colocá-lo à venda porque já é único".
Maneiras que, cara colega, essas lojas que insistes estão vazias, serão certamente na Avenida da Liberdade. Porque nas lojas do povo, o povo acotovela-se entre os charriot; fuça nas estantes; esconde os cestos enquanto procura o marido que foi registar o euromilhões para pedir os 20 euros que faltam para pagar a conta.
Nas lojas do povo, o povo acaba com o stock de Ferrero Rocher e a seguir atira-se ao Mon Chéri.
E garanto-te que as lojas não estão vazias porque o povo vai em grupo. Em família. Quase sempre numerosa. Há choro de bebé (não raras vezes recém nascido); há birras infantis por brinquedos e birras adolescentes pelas leggings brilhantes e quase sempre um marido marado de olhos arregalados, a falar entre os dentes e a puxar a mulher pelo cotovelo.


From here to the moon




2012 passou tão rápido.

A árvore devidamente identificada


A Pipa, naturalmente.

20.12.12

Passatempo Sacoor Brothers

Então é assim, toda a gente conhece a Sacoor Brothers, e de uma maneira geral todos (com bom gosto) somos apreciadores da marca.
Este Natal, a Sacoor vai dar aos seus seguidores do facebook a oportunidade de oferecerem cartões de Natal personalizados aos seus amigos.
Através de uma aplicação de facebook, os seguidores vão poder fazer o upload de uma fotografia à escolha e seleccionar um amigo a quem pretendem oferecer um postal de Natal especial.
Mais informações aqui.
Os cinco postais de Natal mais originais serão premiados com Gift Cards Sacoor Brothers no valor de 100€ para cada um (o vencedor e para o amigo).

Apocalipse



Não me dava jeito nenhum que o mundo acabasse amanhã. Tenho mil e uma coisas para fazer. Uma delas é gozar-me do gás natural que foi finalmente ligado. Outra é assistir na RTP2, a partir das 22 horas, ao espectáculo "Então Ficamos", inserido no programa de encerramento da CEC 2012.
Quer dizer, o centro da cidade está um caos com o cavalo gigante e o próprio do gigante dos Fura dels Baus. São metros de cabos por todo o lado e o mundo acabava assim... Olha, ao menos em Guimarães acaba em festa.
Mas, eu tenho o bacalhau em água, os doces encomendados e os presentes (suspiro)...
Sorte do Efromovich que com os 35 milhões, recusados pela TAP, vai poder adquirir um lugar na nave da salvação.
Se sabiam que o mundo ia acabar porque é que de todas as vezes que pagamos uma compra nos perguntavam "quer talão sem preço para troca?". Mas, então se o mundo finda amanhã nem sequer vamos saber se serviu ou não...
E entro de férias no dia que o mundo se fina???

19.12.12

Isto vai-me ficar muito mal

A minha mãe foi jantar fora e eu não estou confortável com isso.
Causa-me transtorno não saber onde e com quem está. E a que horas pretende voltar.
Não é por nada, é só porque está um temporal lá fora.

Banalidades

Liguei o ar condicionado, mas continuo com frio. Tenho de mudar de roupa. Não me apetece vestir o que usei de manhã.
O pc gozou comigo das 14 até agora.
Desisti dos paliativos. Avançamos para a Suiça onde a eutanásia é permitida.
Tenho um filme para terminar de ver; um Pai Natal para embrulhar e duas crianças para buscar. Estou atrasada.
A seguir vou ouvir a avaliação da minha primogénita. E estou certa que a mais nova vai voltar a testar o sabor do giz. 
Depois, cabeleireiro.
Por fim, noite a três. Eu e elas.

Mãe, fiz um desenho de Natal e a Constança fez um porco...



Exercícios de género

- Constança és uma menina ou um menino?
- Xou uma menina que chama Constanxa.
- E a mana?
- É uma menina que chama Caolina.
- E o papá?
- É um menino que chama papá.
- Então e a Pipa é uma menina ou um menino?
- Oh mãe, a Pipa é uma cadella.

18.12.12

A acusar a falta de sol




Como está o tempo na Nova Zelândia?
E o convite para o Rio continua de pé?

Thank god

À hora do jantar a mais velha estava tão vermelha que parecia acabada de sair da sauna. Previ febrão, mas vá-se lá saber porquê as minhas miúdas não são de temperaturas excessivas. Nunca chegaram sequer a 39º.
Àquela hora a Carolina estava com 38º.
Dei-lhe a sopa e decidi esperar mais um pouco para o exército dar cabo do invasor.
Passado meia hora, a febre tinha descido um grau e à hora de deitar já estava na temperatura normal.
Dormiu bem. Acordou sem febre. E sem queixas.
Ainda torço o nariz, mas isso sou eu, uma doida obcecada da pior espécie, ingrata porque a verdade é que tenho uma sorte tremenda com a saúde das meninas que os únicos "ais" que deram resultaram de constipações ou amigdalites.
A miúda está cá e continua bem. Espero que assim se mantenha.

17.12.12

Estou incrédula

Escrevi "fuck" e as minhas visitas escalaram o Everest.
A sério?!
É capaz de ter lógica, tipo bebés, gajas... Fuck...?
Why not?

Fuck

Parou de chover. Nem está um frio cortante. Só incomoda nas mãos.
É a semana que antecede o Natal.
A mais velha está de férias. E doente, pá?
O ano passado embalei a mais nova. Medi-lhe a febre numa altura em que ainda chorava, angustiada com o pulmão doente da minha bebé.
Este ano, continuo com o instrumento branco e verde, pronto a enfiar na axila de 5 em 5 minutos.
A sério, pá?
Podia considerar 2 quilos a mais em Janeiro. Mas, as miúdas doentes não.


Música para os "teus" ouvidos


l

Letra de José Luís Peixoto.

A segunda do avesso




É uma espécie de Karma, as minhas filhas adoecem nas Festas. Quiçá da ansiedade...
O ano passado foi a Constança, este ano a Carolina. E volta o arsenal para a cabeceira da cama. Termómetro, Benurón, Brufen...
Adormeci tarde. Bem acompanhada. Dormi pouco e mal.
Acordámos mais tarde ainda.
Na agenda uma reunião em Braga e duas crianças a tiracolo, uma delas a dar defeito.
Levar uma seria...aceitável. Duas, inviável.
Recorri-me da minha vizinha (não a do lado que já sabem que com essa não há confianças) e milagrosamente despachei as duas para lá.
Voltei a tempo do almoço.

Gramática matinal

- Constança tu és um trissílabo.
- Oh, não xou nada... Oh mãe, a mana diz que xou um tixilabo.
- E és... Eu sou um polissílabo...
- EU XOU CONSTANXA!!!

16.12.12

Pintorias



Em tom lilás

A minha cadela é branca e está lilás.
A minha mesa é branca e está lilás.
As minhas paredes são brancas e estão lilás.
E a minha filha está tão lilás que 20 toalhitas depois ainda não a consegui limpar.

Mas, pelo menos sei quem é a responsável.

Diz Constança...?

 - Mamã põe a mão na minha bariga... Vês??? Estou rávida... Depois o soutôr vai abir a minha bariga e tirar a Fanxisca.

Maneiras que tenho duas filhas grávidas ao mesmo tempo.

15.12.12

Um bom sábado

Tentei começar um texto três vezes. Desisti.
Por acaso, até tinha coisas engraçadas para dizer. Umas ditas por mim, outras, por outros.
Mas, fico-me pela graça que é ver a minha pequena que engrandece quando pisa o palco. A posição, os gestos e a voz colocada.
Termino com o bacalhau especial da Noruega que já está demolhado e a uma semana de saltar para a panela da ceia.

Let it snow...let it snow...let it snow...



14.12.12

As Puma

Estive a ver o que ainda havia nas caixas de sapatos da Carolina. Conforme vão servindo à Constança mudo-os de quarto.
Além dos pares que já mostrei encontrei galochas e umas sapatilhas da Puma. A Constança adora sapatilhas. Quando as viu, calçou-as e foi a correr mostrá-las ao pai.
 - Pai, olha...
 - Que giras, umas sapatilhas! Quem te deu?
 - Foi a mamã... compou nos chineses.

nota mental: devo ir tanto aos chineses que a minha filha mais nova acha que compro lá tudo.


E estes hein?

Em cima da velha Grundig a minha colecção dos Simpsons





Tirei estas imagens do meu arquivo natalício.
Não faço ideia que idade teríamos nem me lembro quando começámos a preparar o programa para animar o serão na noite de Natal. Mas, tenho bem presente que nos empenhávamos.
Os mais velhos, ouviam-nos pacientemente. E aplaudiam, no final. Não que fossemos brilhantes, mas porque  era chegada a hora da sueca.

Luzes de Natal

Tenho saudades do Toural iluminado. Da cascata de luzes que alguns apelidavam de excentricidade e mau gosto.
Eu gostava daquela chuva meteórica de luzes que irrompiam de todos os cantos.
Agora aquela praça brilha menos. E estando mais ampla note-se mais a pobreza do orçamento municipal que voltou a não chegar para os enfeites.
E se em Guimarães não há iluminações, Madrid está assim.




A menina está a ficar muito prendada




Os primeiros sapatos têm uns seis anos. Os segundos, talvez cinco.
Ambos pertenceram à Carolina e estavam velhinhos. Irrecuperáveis. Mas, como foram tão caros nunca me consegui desfazer deles.
Ontem nos chineses encontrei estas florzinhas e pensei "é capaz de não ficar mal". E não ficou, não senhor.
Mais dois pares para os pés da Cinderela mais pequena.